14 de fevereiro de 2014

Essa receita de hoje vai bem naqueles dias em que você está com pressa ou que queira fazer uma refeição sem carne. Além de ser baratinha! Normalmente o creme de milho é engrossado com amido de milho, mas eu adoro usar o cream cheese - fica uma cremosidade maravilhosa! Então aqui vai, sem mais delongas por hoje, a minha versão de creme de milho!

Ingredientes:
  • 2 caixinhas de creme de leite
  • 400g de milho escorrido (2 latinhas)
  • 1 cebola pequena picadinha
  • 2 colheres de cream cheese
  • orégano
  • 3 bolinhas de pimenta da Jamaica
  • azeite
  • sal
1. Bata o creme de leite com metade do milho no liquidificador. Peneire para tirar os resíduos de casca.
2. Em uma panela já aquecida, coloque um fio de azeite, a cebola e deixe amolecer. Junte o creme de leite batido com o milho e deixe ferver até reduzir.
3. Acrescente o restante do milho e deixe ferver mais um pouco. Adicione o cream cheese e misture bem - é ele que vai engrossar mais um pouco o seu creme!
4. Por fim, coloque o sal, o orégano, moa a pimenta da Jamaica e misture. Prontinho! Fica uma delícia com arroz branco e batata palha!




7 de fevereiro de 2014

Foi em um dos meus intervalos de aula, vagando pelo shopping para ver o tempo passar, que encontrei esse
livro. Mesmo com o dinheiro um pouco apertado, acabei levando-o pra casa. Já há um certo tempo eu queria algum material sobre facas e as formas de corte, então não resisti! Li em menos de uma semana! Andou comigo para cima e para baixo, então cada tempinho livre sem aluno eu corria para ler um pouquinho. E o que eu achei? Então, vamos lá...

Já no primeiro capítulo o livro trabalha uma coisa muito importante: segurança. Não só em relação ao manuseio, mas também a melhor forma conservação e armazenamento para que não fiquemos sem as pontas dos nossos dedinhos ou que nossas preciosas facas acabem danificadas. Já passei a olhar para a minha gavetinha de facas com outros olhos, e já estou tentando imaginar uma forma de colocar divisórias para que elas fiquem encaixadas e são sambado de um lado para o outro...

Depois da segurança, há um capítulo sobre a anatomia da faca, um sobre os tipos, um sobre outros instrumentos de corte que também são úteis na cozinha (nunca pensei em ter um estilete na cozinha para usar na comida, e não em embalagens...), um capítulo sobre as tábuas de corte (uma pena que não tenha nada sobre as tábuas de bambu), um sobre afiação de facas, um para os principais métodos de cortes e depois se seguem capítulos com tipos de alimentos e quais métodos empregar. Se algum dia eu resolver comer vieira, já vou ter pelo menos noção de como abrir aquilo... rsrs

O livro é muito interessante, linguagem clara e leve, sem textos muito longos, muitas ilustrações explicativas e claras, passo-a-passos, mas eu sinto uma leve dificuldade de classifica-lo: talvez seja um pouco específico demais para uma simples dona de casa, e não tão completo para um profissional da cozinha, apesar de ser claramente sobre técnicas profissionais. Mas sem dúvida é ótimo para pessoas curiosas como eu e para todo esse grupo que anda surgindo de pessoas não profissionais (muitos blogueiros como eu e provavelmente você) que ama de loucura a culinária e está sempre tentando aprimorar. Já me ajudou a ter uma ideia mais clara das facas que tenho aqui em casa, como melhor utilizá-las e manejá-las.

Vale a pena? Sim! Principalmente para nós curiosos da gastronomia mas que nunca fizeram um curso técnico ou uma faculdade na área. É um ótimo livro para se dar de presente. O design é um show: papel de qualidade, capa dura, parte fotográfica impecável. O valor varia de 47,92R$ a 69,90R$, dependendo do lugar.



Autora: Marianne Lumb / Editora: Marco Zero / 176 pág. / Publicado no Brasil em 2011.





2 de fevereiro de 2014

O almoço de hoje tem cara de complicado , mas é super fácil! É para aqueles momento que você não está com muita vontade de ficar esquentando a barriga no fogão - afinal, nesse calor, ninguém merece né...
Serve também para aqueles dias que você está com um pouco de pressa e que vai muito bem com uma saladinha.

Ingredientes:
  • 1 berinjela média
  • 1/2 linguiça calabresa
  • 1 tomate em cubos
  • 2 colheres de bacon picadinho
  • 1/4 de cebola
  • Queijo suficiente para cobrir
  • Ervas finas

1. Corte a berinjela ao meio (na horizontal), tire as sementes e, com a ajuda de uma colher, cave um buraco, deixando mais ou menos 1cm de berinjela. Salpique sal e reserve.
2. Tire a pele da calabresa e corte em dois ou três pedaços grandes. Triture a linguiça no processador com a cebola.
3. Acrescente o bacon picadinho e o tomate à calabresa triturada. Não precisa temperar, pois o bacon e a calabresa já são bem fortinhos de tempero.
4. Lave as berinjelas em água corrente,  até tirar todo o sal. Recheie-as e leve ao forno por 20 minutos.
5. Cubra com queijo e volte ao forno por mais 5 minutinhos e está prontinho! Polvilhe ervas fina por cima do queijo para servir. Uma berinjela media (quase pequena) serve uma pessoa e sobra um pouquinho, uma grande daria para duas pessoas.



31 de janeiro de 2014

Desde ontem eu olhava para o meu saquinho de damascos secos e, apesar de ainda pretender fazer o bolo, algo me pedia uma coisa mais puxada para sobremesa, um docinho para depois da refeição... Foi aí que lembrei da palha italiana. A versão original desse docinho (que, apesar do sobrenome europeu e de uma certa influência de um parente italiano chamado salame di cioccolato, é tipicamente brasileiro) é feita com massa de brigadeiro e biscoito, aqui resolvi mudar um pouquinho as regras, e o resultado foi essa delícia com contrastes de sabor e texturas : o doce brigadeiro branco e o leve azedinho do damasco, parte cremoso e parte crocante e douradinho por dentro. O único problema é que não importa quantas receitas são feitas, parece que nunca é o suficiente... 

Ingredientes:
  • 1 caixinha de leite condensado 
  • 2 colheres de manteiga 
  • 1/2 xícara de damascos secos picadinhos (de preferência, bem fresquinhos ainda)
  • 1 1/2 de bolacha maisena triturada grosseiramente
  • açúcar impalpável (para cobrir)

1. Leve ao fogo o leite condensado e a manteiga, mexendo até dar o ponto de brigadeiro mole. 
2. Junte o damasco picadinho, deixe engrossar mais um pouquinho e misture as bolachas. 
3. Despeje em um refratário untado com manteiga e deixe esfriar e leve à geladeira. 
4. Depois de frio, corte, passe no açúcar e prontinho! Agora é só devorar!


29 de janeiro de 2014

Desde que eu li aquele livro de Ervas e Especiarias meu sensor de compras anda mais afiado ainda... Ontem fui a uma loja de produtos naturais (e aqui em Maringá tem várias, Hallelujah!) com uma amiga e, enquanto me divertia percorrendo as prateleiras, encontrei umas coisinhas bem interessantes - para começar,  comprei os damascos que eu queria para fazer geleia para o recheio do bolo que eu quero fazer; encontrei também pimenta da Jamaica e acabei levando para casa também um pouquinho de arroz arbóreo (sem falar em um saco de bala de banana, nada natural...). Adoro passear por mercados e lojas de produtos naturais, é sempre uma ótima oportunidade para descobrir novas coisinhas e atacar a criatividade! 

Ingredientes:
Pimenta moída na hora!
  • 2 xic. arroz arbóreo
  • 4 xíc. água
  • 1/2 xíc. funghi secchi (usei o chileno)
  • 8 bolinhas de pimenta da jamaica
  • 2 xíc. queijo gruyère
  • 1/2 cebola branca picadinha (ou da dourada, sem problemas)
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • azeite
  • sal
1. Ferva a água e coloque em um recipiente com o funghi (ja lavado rapidamente) e deixe de molho por 20 minutos para hidratá-lo. Separe o funghi e reserve a água. 
2. Em uma panela já aquecida, coloque a manteiga e um fio de azeite. Doure a cebola e depois acrescente o arroz e refogue-o.
3. Salgue o caldo que foi usado para hidratar o funghi - tome cuidado, pois o queijo que será adicionado depois já é salgado.
4. Adicione o caldo ao arroz aos poucos: coloque uma concha do caldo e deixe cozinhar, quando secar, acrescente mais uma concha, até atingir o ponto.
5. Junte o funghi picadinho, moe a pimenta e junte também ao risoto - não compre especiarias já moídas, pois elas perdem as propriedades rapidamente, e às vezes outras coisas vem misturadas. Deixe o risoto no fogo por mais uns minutos, adicione o queijo e misture bem até ficar uniforme. Desligue e sirva imediatamente! Se preferir, use apenas 3 xícaras de agua para fazer o caldo e junte também uma xícara de vinho branco seco - aproveite e use o vinho para servir com o risoto!


28 de janeiro de 2014

Estar sozinha em casa - como eu sempre digo por aqui - é uma excelente oportunidade para testar coisas diferentes para as quais normalmente minha irmã torceria o nariz - como qualquer outra parte do frango que não seja apenas o peito.
Por isso decidi abusar da criatividade e sair por aí testando novas combinações e sabores. Foi assim que eu tentei juntar o temperinho lemon & pepper (casca ralada e tostada de limão com pimenta do reino) com o cream cheese. O cream cheese ajuda a suavizar a pungência da pimenta e realça o sabor do limão... tudo isso com um frango suculento... hummm...

Ingredientes:
  • 4 coxas com sobrecoxas de frango desossadas, limpas de gordura, sem pele e cortadas em tiras
  • casca ralada de 3 limões (usei o Taiti) 
  • uma colher (chá) de pimenta do reino em pó
  • 2 colheres (sopa) de saquê mirin
  • 200g de cream cheese
  • 1/2 xíc. de champignon laminado
  • 1/2 xíc. pimentão vermelho em cubinhos
  • sal
  • azeite

1. Tempere o frango com as raspas de limão, pimenta e sal, e deixe marinar por 30 min - Apesar de normalmente o lemon & pepper usar as raspas já tostadas, eu preferi usá-las cruas e deixá-las tostar durante o cozimento do frango. 
2. Em uma frigideira grande e de fundo grosso, coloque um filete de azeite e coloque o frango. Deixe fritar bem até estar cozido, acrescente o saquê e deixe dourar. 
3. Acrescente o champignon, o pimentão e coloque em um refratário. Cubra com o cream cheese, leve ao forno para uma leve gratinada por 20 minutos e prontinho!


13 de janeiro de 2014

Muitas vezes eu penso que o sabor da comida e dos alimentos em geral é mais emocional do que qualquer outra coisa. É claro que os aspectos culturais também influenciam muito - o nosso churrasco de espeto corrido e pedaços gigantes de carne pode ser suculento para nós e loucura nacional, mas para muitos asiáticos ele é um tanto nojento; comer pequenos escargots, caracóis molengos e esponjosos, é uma iguaria na França, mas nada atrativo para nós... Mas ainda assim, o que explicaria a comida de mãe e de vó ser tão boa? Mesmo aquelas que mal sabem fritar um ovo, se elas fizerem isso com carinho, será o melhor ovo frito do mundo! É por isso que eu nunca consigo fazer o arroz branco igual ao da minha mãe, nem a massa de macarrão igual ao meu pai... 

É comum aparecer por aqui receitas que meus pais faziam, e eu sempre acabo contanto um pouco dessa minha relação com eles. Hoje eu trago mais uma - uma receita desenvolvida pelo meu pai, tradicional em todo almoço e ceia de família no final de ano. Meus tios e minhas tias tentam fazer igual, e apesar de ficar delicioso, eu sempre olho com aquela carinha e penso - o dele era especial!

Lembro de todas as vezes que ele ia fazer, eu acabava angariada na marra como ajudante - vamos lá, para uma criança às vezes era muito mais legal brincar do que ajudar em casa, principalmente com um pai todo metódico. Acabei aprendendo e sabendo de cor, sem nunca ter realmente feito.Hoje resolvi tentar fazer sozinha. Se quiser, dá para fazê-lo um dia antes e deixar na geladeira - a carne pega ainda mais o tempero. Pode já deixar assado durante o dia e depois na hora de servir levar ao forno de novo, para esquentar. 

Ingredientes:
  • 1,5 kg de carne moída (de patinho limpo, para ficar bem sem gordura, bem limpa)
  • 1 cebola 
  • 3 dentes de alho 
  • 200g de presunto fatiado
  • 200g de muçarela fatiada
  • 1/2 lata de milho verde 
  • 2 ovos cozidos picadinhos
  • 1 ovo para misturar na carne (para dar liga e não trincar ao assar)
  • 1 cenoura grande cortada em fatias
  • 10 vagens
  • sal
  • 1 saquinho plástico (daqueles transparentes)
Sem querer pus primeiro o queijo e depois o presunto...
1. Triture no processador a cebola e os dentes de alho. Misture à carne, acrescente o ovo, tempere com sal e reserve.
2. Cozinhe a cenoura e a vagem até estarem macios. Reserve.
3. Estique o saquinho plástico sobre a mesa - ele vai ajudar a dar o tamanho do rocambole e também ajudará a enrolar. Espalhe a carne sobre o saquinho, deixando uma margem sem a carne para facilitar enrolar. Pressione bem a carne, para depois ela não rachar. 
4. Faça uma camada de presunto sobre a carne, e depois outra de queijo (ou o oposto, sem problemas).
5. Faça fileirinhas de cenoura, vagem, e entre elas coloque o ovo picadinho e o milho. 
6. Agora é só enrolar bem firme! Cuidado com o sentido: as cenouras e vagens devem estar na horizontal! Arrume as pontas, se preciso coloque um pouco mais de carne para dar acabamento.
7. Leve ao forno coberto por papel alumínio por 20 minutos. Descubra e deixe por mais 25 minutos e prontinho! Na hora de servir, curte com uma faca de serra ou faca elétrica, para não despedaçar inteiro. Fica ótimo com arroz branco e salpicão. Normalmente meu pai colocava também umas fileiras de bacon fatiado já fritinho... ficava maravilhoso! Eu acabei não colocando, pois minha irmã não gosta de bacon.

Olha o queijo derretido... o colorido dos legumes... e o presunto ainda deixa a carne levemente rosada... HUMMMM!!!

9 de janeiro de 2014

Olá pessoal, desculpe a falta de atualização aqui no blog, mas estava passando uns dias de férias na casa da minha mãe - ou seja, nada de cozinhar (afinal, comida de mãe é a melhor que tem e é óbvio que nas férias eu vou querer comer a da minha rs). Nesse período aproveitei também para colocar algumas leituras em dia - ou pelo menos estava com a esperança de fazer isso. Larguei o laptop em casa, trouxe apenas o tablet, e 5 livros na mala... 
Um dos livros que foi comigo é esse sobre o qual vou falar hoje. Já há certo tempo ele tem andado comigo para todos os lugares, pois aproveito cada segundinho de folga para ler. Comprei-o já faz uns dois meses, e mesmo não sendo muito baratinho, acho que foi um dinheiro bem investido. 
O livro apresenta em linguagem simples algumas ervas bem interessantes (já selecionei algumas para procurar nos viveiros) e suas variações - nunca imaginei que existissem tantas variedades de hortelã e manjericão! São cerca de 120 ervas e especiarias, e o conteúdo é trabalhado de forma simples e introdutória - ou seja, para quem, como eu, conhece pouco sobre as ervas e quer ter uma ideia geral. Um bom primeiro passo para iniciantes, que depois pode ser aprofundado com outro material. São mostrados os aromas e sabores característicos de cada erva ou especiaria, as origens, como normalmente são empregados na culinária, com que combina, onde são essenciais, quais partes de cada planta que devem ser utilizadas, similitudes, e como plantar ou colher, além de algumas receitinhas clássicas ou não (como o bouquet garni, várias formas de massala, o pó de cinco especiarias chinês, o pesto...). Adorei também que cada planta tem seu nome popular e o científico, para facilitar na identificação. Adorei o livro a tal ponto que agora não posso ver uma árvore pela frente que já dá vontade de morder para ver se pode ser usada como condimento rsrs 

Compensa comprar? Sim, principalmente se você quer ter uma ideia geral! Talvez nem tanto se você quer algo mais aprofundado... A qualidade da impressão é algo a parte: capa dura, papel de qualidade, com fotos lindas (segundo minha irmã, só faltou aquele mecanismo de esfregar a página para sair o cheio rsrs). E apesar de ser um livro claramente estrangeiro (uma pena que não aparecem muitas plantas originalmente brasileiras), no final há uma lista de lugares aqui no Brasil em que se pode comprar as ervas e as especiarias. A linguagem é fácil, e o valor fica entre 40 a 65 R$, dependendo da loja. 

Autora: Jill Norman / Editora: Publifolha / 366 pág. / Publicado no Brasil em 2012






19 de dezembro de 2013

Quando eu ainda morava com meus pais eu não via a hora de sobrar carne do churrasco para que a noite meu pai fizesse arroz carreteiro - e ele fazia aquele arroz marronzinho, soltinho... e que delícia que ficava com salada de repolho cru e ovo frito!
Nunca consegui fazer arroz igual ao dele. Meu pai sempre brincava que o tempero vinha da graxa das mãos dele (ele era mecânico, e um ótimo mecânico! Mas nada de graxa nas mãos,  ok!), mas acho mesmo que era todo o charme e a ginga de quem casou sem nem saber como fritar ovo e depois virou um excelente cozinheiro e que adorava o que fazia. acho que essa minha curiosidade na cozinha veio dele, assim pelo gosto e felicidade de fazer o que gosta.
Como nunca consegui fazer igual, acabei desenvolvendo a minha própria receita - diferente, porém também maravilhosa. É essa que eu fiz hoje e trouxe para vocês. 

Ingredientes:
  • 1 xíc. carne assada de churrasco (usei alcatra limpinha) em cubos
  • 1 xíc. de arroz (tipo agulhinha, aquele comum, não é arroz para risoto!)
  • 2 xíc. de água fervendo
  • 1/3 xíc. de ervilhas
  • 1 talinho (mais ou menos 15 cm) de aipo/salsão picadinho
  • 1 colher (chá) de páprica doce (se quiser mais apimentado, troque pela paprica picante)
  • 1 dente de alho picadinho
  • 1/2 cebola pequena picadinha 
  • 2 colheres rasas (sopa) extrato de tomate
  • sal a gosto
  • cebolinha 
  • 2 colheres rasas de manteiga
1. em uma panela já aquecida,  coloque a manteiga, o alho e a cebola. Deixe dourar e acrescente o aipo, a carne, sal a gosto e o arroz. Frite tudo junto até ficar soltinho. Se você usar arroz lavado, deixe secar antes que ele ficará mais soltinho. 
2. Depois de bem frito, junte o extrato de tomate, a ervilha e a água.  Misture bem e deixe até que o arroz esteja cozidinho. Daí é só jogar a cebolinha por cima e servir!


16 de dezembro de 2013

Aquela massinha fininha, macia e sequinha, enrolada ou em leques (no caso das doces que eu faço), com um recheio delicioso... desde criança as panquecas atiçam o meu apetite. Lembro que minha mãe sempre fazia de carne moída - a massa fininha e a carne sequinha, sem molho, e ficavam maravilhosas! Depois de crescidinha, aprendi a fazer minhas próprias panquequinhas, e fui desenvolvendo receitas e recheios, técnicas de jogar a massa na frigideira e de virá-la jogando para cima. 

E uma dessas minhas receitinhas que ficaram bem famosas aqui na família (tanto que vez ou outra o pessoal acaba se reunindo só para que eu faça as panquecas) é com um recheio de legumes. Como há alguns vegetarianos na minha família, essa acaba sempre sendo uma boa opção quando eles aparecem para almoçar ou jantar.

Ingredientes:
  • 4 ovos
  • 2 xíc. farinha de trigo
  • 2 colheres (sopa) amido de milho
  • 2 xíc. leite (usei um que é zero lactose, mas qualquer leite serve)
  • 2 batatas médias picadinhas
  • 2 cenouras médias picadinhas
  • 1/2 xíc. de milho 
  • 1/2 xíc. de ervilha
  • 1/3 xíc. azeitonas picadinhas
  • 1 xíc de molho de tomate
  • 1/2 cebola picadinha
  • 2 colheres de creme de leite
  • sal 
  • orégano
  • ervas finas
  • azeite
1. Coloque a batata e a cenoura cozinhar com um pouquinho de sal até ficarem macias. Reserve.
2. Refogue a cebola no azeite, acrescente a batata e a cenoura cozidas, o milho, a ervilha e a azeitona. Misture delicadamente, para não amassar os legumes e acabar fazendo papa.
3. Coloque o molho de tomate, regule o sal e tempere com orégano e as ervas finas. Deixe o molho reduzir, adicione o creme de leite (ele deixará o molho mais suave) e desligue. Reserve.
4. Bata os ovos, a farinha, o leite e o amido no liquidificador. Adicione uma pitadinha de sal na massa. 
5. Para fritar a massa é necessária uma boa frigideira antiaderente. Com a frigideira inclinada, despeje um pouco de massa na parte superior e deixe escorrer, girando a frigideira para que a massa se espalhe totalmente. Quando estiver com as bordas tostadinhas e desgrudando, está na hora de virá-la. 
6. Depois da massa frita, basta colocar um pouco do recheio e enrolar. Se preferir, pode cobrir com um pouco de molho - eu preferi deixar sequinha por fora e suculenta por dentro. Fica maravilhoso também fazer uma camadinha de requeijão antes de colocar o recheio!
As minhas ficaram um pouco mais amarelinhas, pois coloquei uma colherinha de açafrão na massa... dá para usar também legumes ou verduras liofilizados (cenoura, beterraba, couve, espinafre...)
... é de comer? © 2013 | Powered by Blogger | Blogger Template by DesignCart.org