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16 de setembro de 2014

Uma coisa que eu gosto na chegada da primavera é a variação térmica do dia... sol claro, brilhante e quentinho durante o dia e a noite fresquinha... No ponto de vista do meu estômago, isso quer dizer que posso comer salada durante o dia e caldos e sopas quentes durante a noite... rs

E esse dia luminoso e sem calor extremo me deu vontade de comer uma saladinha tipicamente francesa, a Salade Niçoise. Originária e tradicional de Nice, cidade da região de Provence-Alpes-Côte d'Azur, ele é feita com a maioria dos vegetais crus, ovos cozidos e atum ou anchovas e servido com o molho vinagrete, podendo ter algumas outras versões.

Ingredientes:
  • 1 batata grande cortada em pedaços grandes e cozida
  • 3 ou 4 folhas de alface (usei a crespa, mas talvez uma com folha mais grossa dê mais presença na salada... você escolhe)
  • 1 tomate (ou uns 8 tomatinhos cereja) cortado em tiras
  • 4 ou 5 vagens cortadas em bastõezinhos e cozida
  • 2 ovos cozidos (durinhos)
  • 1/2 lata de atum em pedaço
  • 3 colheres de azeitona em rodelinhas (ou, se preferir, use azeitonas inteiras)
  • 1/3 de xícara de pimentão vermelho picado 
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 colher (chá) de mostarda de Dijon
  • 1 colher (chá) de vinagre de vinho branco
  • ervas de Provence
  • flor de sal (ou sal comum)


1. Sem segredo: é só juntar em camadas a alface, os tomates, batata, vagem, pimentão, azeitona. Distribua os ovos cortados ao meio e coloque o atum no centro.
2. Para a vinagrete, misture bem o azeite com o vinagre, a mostarda, as ervas de Provence e a flor de sal. Deixe para despejar o vinagrete no seu prato, e não na travessa de salada.




11 de julho de 2014

Dia 10 de julho é comemorado o dia internacional da pizza! Apesar de não ser muito divulgado ou comemorado, já desde 1985 essa data é celebrada aqui em terras tupiniquins. Paixão mundial, existem diversas versões,  dependendo do público alvo - massa fininha,  crocante, massa pan (aquela fofinha que lembra um pão e que é encontrada na Pizza Hut ou em padarias que servem a pizza por pedaço para o nosso lanchinho da tarde), com borda recheada, doce, salgada, com pouco recheio, transbordando, com poucos ingredientes no recheio, parecendo um x-tudo... Já vi italiano dando chilique , dizendo que pizza de frango não era pizza e que nós brasilianos fazíamos muita mistura. Ora, a pizza é minha! Se os americanos podem pôr anchovas e os japoneses, KitKats de sabores duvidosos, por que não um frango desfiado?

A história dessa maravilha também fica nebulosa em um certo ponto. A massa, vinda de um pão, já era conhecida há pelo menso dois milênios no meio-oriente e na Grécia - muito similar ao pão pita dos indianos, ou o pão árabe. Dizem também que não era novidade nas casa italianas servir esse pão fininho com algum tipo de recheio ou com azeite. Mas foi em um momento específico, junho de 1889, da História que um pizzaiolo chamado Rafaele Esposito produziu uma pizza com tomate, mozzarela di bufala e manjericão que seria servida para a Rainha Margharita de Savoia, que estava de passagem pela cidade de Napole com o rei Umberto I.  A rainha aprovou essa delicinha que tinha as cores da bandeira do seu país e a pizza, além de ganhar o seu nome, foi impulsionada para, mais tarde, se tornar o que é hoje.

As versões e as mudanças foram tantas que em 1984 surgiu na Itália a Associazione Verace Pizza Napoletana, uma associoação que delimitava as regras para uma verdadeira pizza napolitana - desde ingredientes até o diâmetro. Em 2009 a União Européia deu à pizza napolitana o estatus Traditional Specialities Guaranteed, um selo que promove e protege produtos regionais e garante que apenas aqueles identificados pelo selo e que atendem minuciosamente as características estabelecidas podem ser identificados e comercializados como tais (veja o caso da Champagne e do queijo Gorgonzola e do aceto balsâmico)  Talvez um ato que pareça extremo, ilusório e desesperado para nós que levamos a criatividade na cozinha a sério,  mas que prova o amor e o orgulho de uma nação que disseminou o seu povo, a sua culinária e a sua cultura pelo mundo. 

Ingredientes:
  • 500g de farinha
  • 1 colher (chá) de açúcar
  • 1 colher (chá) de sal
  • 10g de fermento biológico seco
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 350g de água morna
  • farinha e azeite para sovar

1. Misture o fermento biológico seco na água morna com o açúcar. Deixe por 5-10 minutos, até formar uma camada "cremosa" (fica com cara de espuma de capuccino).
2. Junte o azeite ao fermento. 
3. Misture a farinha e o sal. Acrescente o líquido reservado e misture bem. 
4. Sove a massa por uns 10 minutos em uma superfície enfarinhada, até ficar lisa. Divida a massa em 3 ou 4 bolinhas (para uma pizza formato grande, para ficar bem fininhas).
5. Unte uma travessa com o azeite, coloque as bolinhas, passe um pouquinho mais de azeite sobre cada uma e cubra com um pano úmido. Deixe crescer por 2h. Daí é só abrir e colocar o recheio que quiser! Também é possível pré-assar para usar a massa em outro dia, só não sei quanto tempo pode durar pois aqui em casa não consegui deixar passar de 2 dias... rsrs Se você tiver a pedra para assar em casa, melhor ainda. Eu não tenho (ainda! rs), então assei na assadeira comum de pizza mesmo. Cuidado para não assar demais, ou a massa ficará durinha. 

Margherita: passata de tomate, uma camada de muçarela comum, tomate, mozzarela di bufala e manjerião. 

Morango com chocolate: pré-asse a massa, cubra com chocolate e morango e volte ao forno até derreter o chocolate.

Queijo e milho: uma camadinha de passata de tomate, muçarela, milho e orégano. 

2 de dezembro de 2013

Essa é uma daquelas saladas super fáceis de fazer, com cara de casa de vó, e que ganham a gente pelo sabor e pela textura. Imaginem: o crocância do repolho, com a maciez do cogumelo... o sabor levemente adstringente do pepino com o adocicado das passas... Sensações diferentes que combinam super bem e ainda são ricas em vitaminas e nutrientes para o seu dia-a-dia - e ainda vem acompanhados de um molho (nem tão light) que completa, sem se sobrepor ao gosto dos vegetais... huumm...

Ingredientes: 
  • duas xíc. de repolho cortado em tirinhas bem fininhas
  • 1/2 lata de milho verde escorrido
  • 1/2 xíc. de passas (as minhas ainda estavam fresquinhas, então não precisei hidratá-las)
  • 3/4 xíc. de pepino japonês picado em cubos (com casca e tudo... use o japonês pela crocância e por liberar menos água)
  • 4 ou 5 cogumelos champignon laminados
  • 2 colheres (sopa) maionese
  • 3 colheres (sopa) creme de leite
  • 1 colher (café) de azeite
  • orégano
  • sal

1. É só formas as camadas: deite o repolho, cubra com o milho, o pepino, as passas e, no final, os cogumelos. 
2. Para o molhinho, misture a maionese, o creme de leite, o azeite, orégano e sal. Bata com um fouet até formar um creme liso. Eu deixei em um recipiente separado, para cada um colocar a quantidade que quiser, mas, se preferir, você pode já servir com o molho misturado.


1 de novembro de 2013

Mais uma vez a salada crua é a estrela por aqui. Essa de hoje é muitíssimo simples, mas há quem pense que seja um bicho de sete cabeças por não ser algo tradicional da nossa cultura. Vale a pena dar uma conferida nessa receita originalmente da cultura mediterrânea e que traz frescor para as nossas refeições!

Ingredientes:
  • 1 tomate
  • Meia xic. de salsinha fresca picadinha
  • Meia cebola roxa
  • Meia xic. de trigo para quibe
  • Sal
  • Azeite
1. Coloque o trigo de molho em água e deixe por uma hora. Depois que estiver hidratado, escorra e reserve.

2. Pique a cebola bem picadinha,  corte também o tomate. Junte a cebola e tempere com azeite e sal. Adicione o trigo e já está prontinho! Eu gosto de colocar também pepino, mas dessa vez não coloquei pois minha irmã  não gosta.
 


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