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16 de setembro de 2014

Uma coisa que eu gosto na chegada da primavera é a variação térmica do dia... sol claro, brilhante e quentinho durante o dia e a noite fresquinha... No ponto de vista do meu estômago, isso quer dizer que posso comer salada durante o dia e caldos e sopas quentes durante a noite... rs

E esse dia luminoso e sem calor extremo me deu vontade de comer uma saladinha tipicamente francesa, a Salade Niçoise. Originária e tradicional de Nice, cidade da região de Provence-Alpes-Côte d'Azur, ele é feita com a maioria dos vegetais crus, ovos cozidos e atum ou anchovas e servido com o molho vinagrete, podendo ter algumas outras versões.

Ingredientes:
  • 1 batata grande cortada em pedaços grandes e cozida
  • 3 ou 4 folhas de alface (usei a crespa, mas talvez uma com folha mais grossa dê mais presença na salada... você escolhe)
  • 1 tomate (ou uns 8 tomatinhos cereja) cortado em tiras
  • 4 ou 5 vagens cortadas em bastõezinhos e cozida
  • 2 ovos cozidos (durinhos)
  • 1/2 lata de atum em pedaço
  • 3 colheres de azeitona em rodelinhas (ou, se preferir, use azeitonas inteiras)
  • 1/3 de xícara de pimentão vermelho picado 
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 colher (chá) de mostarda de Dijon
  • 1 colher (chá) de vinagre de vinho branco
  • ervas de Provence
  • flor de sal (ou sal comum)


1. Sem segredo: é só juntar em camadas a alface, os tomates, batata, vagem, pimentão, azeitona. Distribua os ovos cortados ao meio e coloque o atum no centro.
2. Para a vinagrete, misture bem o azeite com o vinagre, a mostarda, as ervas de Provence e a flor de sal. Deixe para despejar o vinagrete no seu prato, e não na travessa de salada.




30 de agosto de 2014

Com esses dias fresquinhos e inconstantes que estavam de passagem, as saladas aqui em casa acabam sendo cozidas a maior parte do tempo. E até mesmo encontrar para comprar a alface americana que eu tanto gosto estava difícil... Semana passada fui à feira e pude finalmente colocar minhas mãos em um pé bem viçoso e crocante. O tempo também virou e nem parecia mais inverno... tardes de sol quente até demais! Foi facinho então consumir o pé quase inteiro... deixei as folhas menores, do coração, para uma saladinha com uma apresentação especial, convidativa, simples e deliciosa!

Ingredientes:
  • 1 cenoura média ralada
  • 200g de camarão limpo
  • 1/3 de xícara de milho
  • 1/3 de xícara de ervilha
  • 1/4 de xícara de cogumelo champignon fatiado ou cortado ao meio
  • 2 colheres (sopa) de castanha de caju triturada grossamente
  • 1/4 de xícara de uva passa
  • folhas de coração de alface americana (quanto baste)
  • 3 colheres de maionese
  • 3 colheres de creme de leite
  • azeite
  • sal
  • 1 colher (sobremesa) de mostarda tipo americana (aquela bem amerelinha, cor bem viva, normalmente usada nos lanches).
  • ervas finas
  • 1 colher de manteiga
1. Como os meus camarões estavam congelados, eu os coloquei ainda congelados para ferventar em água com uma colher de chá de vinagre por menos de um minuto, tirei e coloquei na água gelada, para parar o cozimento. O cheiro forte foi embora com a água e ele não solta aquela água toda quando for para a frigideira. Escorra.
2. Leve uma frigideira ao fogo com a manteiga. Quando estiver derretida, mas sem queimar, acrescente os camarões, um pouquinho de sal e ervas finas. Salteie e reserve - se preferir, tire alguns para servir de decoração! (como ele não vai soltar água, ele pega uma corzinha dourada rapidinho, então cuidado para não queimar e nem deixar passar do ponto e ficar emborrachado!)
3. Junte a cenoura ralada, o milho, a ervilha, o cogumelo, a castanha, os camarões e a uva.
4. Acrescente a maionese, o creme de leite, um fio de azeite, uma pitadinha de nada de sal, mais ervas finas e a mostarda e misture tudo muito bem. 
5. Agora é só rechear as folhas de alface, como se fosse um barquinho, e servir! 








1 de abril de 2014

Morar em uma cidade com um forte papel da colônia japonesa tem muitos benefícios - um deles é você poder achar facilmente aquelas deliciosas comidinhas, sejam as produzidas aqui mas com a tradição de lá, sejam as vindas de lá mesmo. Sem falar que anualmente tem festival... 

Bom, por aqui em qualquer mercado você consegue achar produtos nipônicos, e até alguns coreanos. Por isso eles se tornam itens comuns de alimentação e saem daquele imaginário em que eles são apenas consumidos nos pratos tradicionalmente orientais. É só pensar que a criatividade do brasileiro (ou burajirujin, como somos chamados por lá pelos nihonjin, japoneses) afeta tudo no que colocamos a mão, e mesmo mantendo certas tradições ainda muita coisa escapa por entre os dedos e se modificam como se tivessem ganhado vida própria. 

Tudo isso para dizer que eu enfiei o kani-kama no salpicão. E junto com a pera ficou uma coisinha maravilhosa! O kani-kama (カニカマ) é um processado de peixe em forma de bastões com a parte externa avermelhada ou rosada e com sabor artificial de caranguejo. Pode ser comido frio (já é cozido), por isso é comum em saladas e sempre acaba aparecendo nos oniguiri (bolinhos de arroz) ou no sushi. Tem um gosto suave e adocicado, uma delicinha! Mas vamos lá para a receitinha de hoje... Optei pela pera não só pela falta de abacaxi em casa (sejamos sinceros), mas porque o sabor suave e levemente adocicado da pera casa melhor com o sabor do kani do que o cítrico do abacaxi - e ela ainda fica mais suculenta do que a maçã, e menos ácida do que a maçã verde. Vale a pena provar!

Ingredientes:
  • 1 cenoura bem grande ralada
  • 1 pera cortada em cubinhos pequenininhos
  • 1 lata de ervilha
  • 1 lata de milho
  • 1/2 vidro de palmito picadinho
  • 5 bastões de kani-kama cortado em rodelinhas
  • 4 colheres de maionese
  • 1/2 caixinha de creme de leite
  • 1 limão
  • 3 colheres de cebolinha picadinha
  • azeite
  • orégano
  • sal
  • batata palha (quanto baste)

1. É um prato bem difícil de fazer: misture a cenoura, a pera cortadinha, ervilha, milho, palmito, kani-kama. Depois junte a maionese, creme de leite, tempere com o limão, sal e azeite, junte a cebolinha e o orégano e pronto. Na hora de servir é só cobrir com a batata palha e está prontinho! 

Já aprendi a pedir: Anou... kani-kama wo kudasai! (Psiu... kani-kama, por favor!) kkk me perdoem e corrijam se estiver errado...

2 de dezembro de 2013

Essa é uma daquelas saladas super fáceis de fazer, com cara de casa de vó, e que ganham a gente pelo sabor e pela textura. Imaginem: o crocância do repolho, com a maciez do cogumelo... o sabor levemente adstringente do pepino com o adocicado das passas... Sensações diferentes que combinam super bem e ainda são ricas em vitaminas e nutrientes para o seu dia-a-dia - e ainda vem acompanhados de um molho (nem tão light) que completa, sem se sobrepor ao gosto dos vegetais... huumm...

Ingredientes: 
  • duas xíc. de repolho cortado em tirinhas bem fininhas
  • 1/2 lata de milho verde escorrido
  • 1/2 xíc. de passas (as minhas ainda estavam fresquinhas, então não precisei hidratá-las)
  • 3/4 xíc. de pepino japonês picado em cubos (com casca e tudo... use o japonês pela crocância e por liberar menos água)
  • 4 ou 5 cogumelos champignon laminados
  • 2 colheres (sopa) maionese
  • 3 colheres (sopa) creme de leite
  • 1 colher (café) de azeite
  • orégano
  • sal

1. É só formas as camadas: deite o repolho, cubra com o milho, o pepino, as passas e, no final, os cogumelos. 
2. Para o molhinho, misture a maionese, o creme de leite, o azeite, orégano e sal. Bata com um fouet até formar um creme liso. Eu deixei em um recipiente separado, para cada um colocar a quantidade que quiser, mas, se preferir, você pode já servir com o molho misturado.


25 de novembro de 2013

Essa salada é uma das coisas mais simples e mais deliciosas que se pode imaginar! Originária de Capri, ilha no litoral oriental da Itália - no golfo de Napoli, para ser mais preciso - ela conta com ingredientes bem típicos da cozinha caseira da Itália: tomate, manjericão, azeite e a mozzarela di bufala (especialidade da região de Napoli). Não há grandes segredos, apenas se deve ter um carinho todo especial pelos ingredientes... o tomate deve estar maduro, mas firme; o manjericão deve estar fresco; o azeite extra virgem, de qualidade; e deve-se usar mozzarella di bufala, e não queijo amarelo feito com leite de vaca. 

Originalmente, essa salada é temperada apenas com azeite, orégano e, se desejado, uma pitada de sal na hora de servir, para não soltar o suco do tomate. Mas é muito comum vê-la por aí acompanhada de aceto balsâmico, mas isso é mais americano do que italiano. E essa combinação singela gera um efeito tão bom nas papilas gustativas (e também nas narinas rs) que acaba indo parar também em pizzas, massas... Na região de Napoli é comum encontrá-la também como insalata tricolore, tendo essa versão muitas vezes a adição de abacate.


Ingredientes:
  • 2 bolas grandes de mozzarella de bufala (se usar das pequenas, coloque metade para cada fatia de tomate)
  • 2 tomates maduros e firmes (os meus eram pequenininhos, daqueles italianos compridinhos)
  • um punhado de manjericão fresco
  • azeite de oliva
  • sal

1. Para fazer e montar é super simples: corte o tomate em rodelas não muito finas (com mais ou menos 7mm). Faça o mesmo com a mozzarella, caso você tenha adquirido daquelas que vem em bolas grandes. Se for em bolinhas, pode só cortar ao meio mesmo ou então deixar sem cortar. Intercale o tomate, a mozzarella e as folhas frescas de manjericão. Depois é só regar com azeite e salpicar orégano! Caso queira um pouco de sal, deixe para colocar na hora de comer, para não fazer o tomate soltar água.  

Um sabor suave que preenche toda a boca... hummm...

13 de novembro de 2013

A saladinha de hoje escapa um pouco das saladas tradicionais - é uma salada de folhas que vai ao fogo, apesar de não ser servida quente. Fica uma delícia no verão e também no inverno,  é uma ótima combinação da refrescância do gengibre e a crocância do repolho! E ainda fica pronta em alguns minutos!

Ingredientes:
  • 3 folhas de repolho rasgadas em pedaços não muito grandes nem muito pequenos
  • 2 colheres (sopa) de gengibre fresco cortado em pedacinhos
  • 1 colher (chá) de açúcar
  • 1 colher (sobremesa) de shoyu
  • 1 colher (sopa) manteiga
  • sal

1. Coloque a manteiga em uma frigideira já aquecida e deixe derreter. Quando estiver quase toda derretida, acrescente o gengibre  deixe refogar por uns segundos.
2. Acrescente o repolho e salteie até que ele dê uma leve amolecida - mas que ainda continue crocante.
3. Espalhe o açúcar por cima das folhas e salteie mais algumas vezes. Coloque o shoyu, misture e já pode desligar! Se preferir, regule o sal - eu prefiro deixar só com o shoyu. Espere esfriar e sirva!



Se quiser um prato mais colorido e que o contraste entre o picante, o salgado e o doce apareça mais, substitua o gengibre por gari, aquele gengibre rosa em conserva japonês - também fica uma delícia!

6 de novembro de 2013

Desde criança sempre fui doida por abacate. Naquela época eu tinha que esperar o ano inteiro para chegar a época da fruta, pois raramente se via nos mercados para vender - e de forma alguma se encontrava a variedade que é possível ver por aí hoje, que facilmente pode-se comprar aquele de casca mais fina e de "pescocinho" (abacate manteiga ou o abacate pescoço, dois tipos parecidos), o mais redondinho de casca grossa (guatemala), e até aquele que o pessoal chama de avocado, que eu conheço como abacate americano, menorzinho, casca grossa e tão escura que chega quase a ser preta (hass). Costumava haver um pé no quintal de casa, mas um santo dia meu pai resolver cortá-lo - imagina a tristeza da criança!
Lembro que meu pai costumava bater o abacate com leite e fazer uma vitamina bem grossa... era a nossa diversão em família chegar a noite depois da janta e nos espicharmos na frente da tv tomando vitamina - coisa boba, mas uma querida lembrança de infância, com todo mundo junto se divertindo.

Já depois de adulta descobri a comida mexicana e minha primeira reação ao guacamole foi "ECA!!!"... para mim era muito estranho comer abacate salgado. É claro que depois aprendi que boa parte do mundo deve ter essa mesma reação ao nosso abacate doce, e que gosto não é apenas uma questão de opinião e escolha, ele envolve questões culturais, tradições e identidades de um povo. E quando finalmente me rendi ao guacamole, surpreendi-me e apaixonei-me! RS

Então a saladinha de hoje é no estilo guacamole, ótima para o verão, para acompanhar arroz branco e pratos com carnes ^^

Ingredientes:
  • uma xíc. da abacate em cubos, não muito maduro (ou seja, maduro mas ainda firme)
  • um tomate em cubinhos
  • meia xícara de pepino em cubos
  • meia cebola em cubos
  • meio limão
  • sal
  • temperinho lemon & pepper (ou apenas pimenta do reino ralada)
1. Tudo já picadinho? É só misturar e temperar com o sal, suco de meio limão e o lemon & pepper... Usei o tomate e o pepino com casca e tudo, nem desprezei as sementes. Se quiser, pode acrescentar um pouco de salsinha ou cebolinha - eu quis manter o meu mais com o gostinho do limão, por isso deixei sem.


Servidos?

1 de novembro de 2013

Mais uma vez a salada crua é a estrela por aqui. Essa de hoje é muitíssimo simples, mas há quem pense que seja um bicho de sete cabeças por não ser algo tradicional da nossa cultura. Vale a pena dar uma conferida nessa receita originalmente da cultura mediterrânea e que traz frescor para as nossas refeições!

Ingredientes:
  • 1 tomate
  • Meia xic. de salsinha fresca picadinha
  • Meia cebola roxa
  • Meia xic. de trigo para quibe
  • Sal
  • Azeite
1. Coloque o trigo de molho em água e deixe por uma hora. Depois que estiver hidratado, escorra e reserve.

2. Pique a cebola bem picadinha,  corte também o tomate. Junte a cebola e tempere com azeite e sal. Adicione o trigo e já está prontinho! Eu gosto de colocar também pepino, mas dessa vez não coloquei pois minha irmã  não gosta.
 


27 de setembro de 2013

Já há algum tempo eu tinha visto nos sites de sementes para hortas aqueles tomatinhos cereja amarelos, conhecidos como cereja dourados ou golden cherry. Só de ver aquelas pequenas bolinhas amarelas já me dava água na boca! Imagina a minha felicidade então ao encontrá-los no mercado, com centavos de diferença do preço do cereja comum, e ainda com a promessa de serem mais docinhos? Agora eles já fazem parte da minha geladeira e estão mais do que aprovados, além de serem mesmo mais adocicados - ou menor dizendo, menos ácidos - a cor dá uma alegria no prato de deixar qualquer cozinheiro (ou quem come) entusiasmado e salivando! E se colocar ainda mais cor ao prato... humm... e disso saiu a saladinha de hoje.

Ingredientes:
  • 10 tomatinhos cereja dourado cortados ao meio
  • 1/2 xíc. de salsão/aipo picadinho
  • 1/2 xíc. de pimentão vermelho picadinho
  • 1/2 xíc. palmito cortado em rodelas
  • 1/3 xic. creme de leite
  • azeite
  • sal
  • temperinho lemon & pepper (basicamente pimenta-do-reino e raspas de limão torrados)
  • orégano

1. Grau de dificuldade zero: basta misturar tudo! Coloquei primeiro os tomates, o salsão, o pimentão e o palmito, reguei com o azeite, acertei o sal, cobri com o creme de leite, o lemon & pepper e o orégano, e depois misturei tudo muito bem e já levei para a mesa. Super rápido, prático e cheio de nutrientes!


Lidinhos os tomatinhos! Por dentro são um tanto estranhos, pois são brancos, mas o gosto e a parte externa valem a pena! Ah, essa saladinha caiu super bem com frango empanado!

14 de setembro de 2012

Alguns posts atras, minha linda poli publicou que em um dia de calor, nada melhor que uma salada.
A verdade eh bem essa, ainda mais para aqueles que moram no centro, seco e quente, deste País tropical, abençoado por Deus e assado pelo demo! (eita calor da lasqueira- detalhe, hj o "diabo" tava de sunga na rua tomando uma gelada pra refrescar - nem ele ta aguentando mato grosso do sul).
Pronto, ja estava me perdendo no raciocionio.
Enfim, semana passada, meus amigos e eu recebemos visitas e decidimos cozinhar - pra variar. Eu ia fazer o famoso frango ao curry (ja deu pra perceber que amo esse tempero), mas o calor nao permitiu e todos pediram uma comida gelada. Ia fazer kibe cru, mas pessoas que nao tem o paladar apurado nao aceitaram. Entao cai na tortura de fazer uma salada. Bem, gordo odeia salada! Entao tive que apelar para algo que fosse sustentar mais uma matilha de caes esfomiados, composta por apenas dez pessoas!
O prato do dia foi então: SALADA DE MACARRÃO!!! Isso mesmo vizinha, a velha e boa salada que agrada desde a criança catarrenta a até a tia velha e gorda (menos meu amigo fresco aldis que não gostou pq nao curte comida salgada e gelada)
Entao corre atras do papel e caneta - atualmente conhecido por ctrl c ctrl v.

Material necessario:
  • uma vizinha palpiteira pra deixar o ambiente mais harmonico;
  • uma dose de vodka pra vc se animar;
  • a historia de uma prima adolescente, desempregada, que engravidou do ficante que ta preso por trafico de drogas;
  • duas linguas pretas

Ingredientes da salada pra um batalhão:

  • dois pacotes de macarrão parafuso coloridinho;
  • uma cebola rocha media;
  • um pimentao vermelho, um amarelo e se quiser um verde;
  • 100 gr de tomate cereja;
  • 200gr de peito de peru;
  • 200gr de presunto;
  • 200gr  de muçarela;
  • 1 vidro de palmito macio (impossivel de achar);
  • meia lata de milho e ervilha (opicional - eu nao coloquei);
  • cheiro verde;
  • quatro colheres de sopa de azeitona sem caroço;
  • dois pacotes de queijo ralado;
  • 300gr de maionese ou mais se vc achar necessario;
  • 1 caixa de creme de leite:
  • sal e azeite a gosto;

Modo de preparo:
1. Cozinhe o macarrao em 5 litros de água (eu nunca sigo essa medida hehehe). Escorra quando ele estiver "al dente" e deixe na geladeira ou na agua com gelo.
2. Pique todos os demais ingredientes em quadrados bem pequenos, exceto o tomate que pode ser picado em quatro.
3. Junte o macarrão, os imgredientes picados, a maionese e o creme de leite....e pronto, uma salada leve, nutritiva, saborosa esta pronta.



P.s: o bom é qur na segunda-feira voce pode olhar para sua nutricionista e falar que comeu so salada, sem precisar mentir, sem ser condenado pelo olhar da "bicho-papao", e sem se sentir "tão culpado".

24 de agosto de 2012

Nada como abrir as janelas da casa e se deparar com um dia lindo de sol lá fora depois de meses de frio e chuva! Foi assim essa semana - apesar do tempo seco, o dia ainda estava lindo por conta do sol de brilho intenso e o frescor de dentro da casa. Foi assim que eu olhei para a geladeira e já pensei: esse sol maravilhoso pede uma salada!
E foi assim que surgiu a receita de hoje. Se você não gosta de doce e salgado misturados, então talvez você não se sinta tão atraído assim. Mas don't patronize (não julge) essa saladinha! Ela é fresquinha, leve, cheia de nutrientes (viu mãe!) e saborosa, além de ser super rápida e prática de fazer. Mais uma vez, serve duas pessoas:

  • 1 xícara (chá) de repolho cortado chiffonade (isso é, em tirinhas bem fininhas)
  • 1 maçã
  • ¼ de xícara (chá) de presunto cortado em tirinhas fininhas
  • ¼ de xícara (chá) uvas passas
  • ¼ de xícara (chá) manga picada em cubinhos
  • ¼ de xícara (chá) pimentão verde picadinho
  • ½ limão taiti
  • ½ caixinha de creme de leite
  • ½ colher (sobremesa) maionese
  • orégano e sal a gosto
  • azeite de oliva

1. Coloque a uva passa para hidratar.
2. Corte a maçã em pedacinhos pequenos (eu a cortei em 8 e depois fatiei cada pedaço). Esprema o limão na maçã, o que evitará que ela escureça.
3. Misture o repolho, o presunto, pimentão e a manga. 
4. Hidratadas as uvas? Escorra e coloque-as na mistura acima ^^
5. Misture também a maçã, mas não jogue fora o restinho do caldinho do limão: misture-o ao creme de leite, maionese, sal, orégano e um filetinho de azeite de oliva. Agora é só misturar esse creme a outra mistura e pronto! Se preferir, leve um pouco à geladeira, para ela ficar mais fresquinha!


hum.. eu acho q eu preciso fazer um curso de como tirar fotos de comida  rsrs
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