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7 de fevereiro de 2016

Olá pessoal, aqui estou eu de volta. Que coisa feia, o último post foi quase um ano atrás... De lá para cá tanta coisa aconteceu que a diversão na cozinha e a criatividade acabaram de ter que ficar de lado por causa da total falta de tempo. Além disso ainda estou me adaptando a uma nova cozinha.. de apartamento, ou seja, bem menor do que a de antes. O lado bom é que as leituras pelo menos não sofreram tanto, pois ainda gasto muito tempo esperando por ônibus ou indo de ônibus de um lado para o outro e manter sempre um livro na bolsa ajudar a tornar cada minuto útil. 

Então vamos lá. A receita de hoje é um clássico da culinária... quem já não fez/provou/viu/ouviu-falar de um bom risoto? Principalmente do milanês? Essa tradicional obra de arte da diversificada culinária italiana tem rondado as cozinhas por cerca de 500 anos e não é difícil de entender o porquê... é saboroso, tem uma apresentação linda que enconde a facilidade de preparo. Além disso, hoje é ainda mais fácil encontrar os ingredientes necessários, havendo disponibilidade de arroz nacional ou importado em bons mercados. 

Para essa receita eu utilizei caldo de frango que eu mesma preparei em casa - vou fazer o caminho inverso da coisa, postarei a receita do caldo depois. É bem fácil de fazer e só precisa de um pouco de tempo. Eu prefiro evitar o máximo possível usar temperos prontos - além do mais, usar ervas secas e frescas deixa sua comidinha mais saborosa e a preparação mais divertida. 

Ingredientes:
  • 2 xícaras de arroz carnaroli (pode ser o arbóreo também, mas eu prefiro o carnaroli pois este fica mais ao dente, mais firme que o arbóreo)
  • 1,5 litro de caldo de frango
  • 1 xícara de vinho branco seco
  • 1/2 cebola grande bem picadinha
  • 1 dente de alho bem picadinho
  • 3 colheres de manteiga
  • 1 xícara de queijo parmesão ralado 
  • 1 colher de chá de açafrão-da-terra/cúrcuma (a receita original leva o açafrão verdadeiro, em pistílios ou pó... pode ser um pouco difícil de encontrar e o preço é um tanto salgado, uma vez que o açafrão é a especiaria mais cara do mundo... eu optei pela cúrcuma, fique a vontade de utilizar qual preferir... normalmente com o açafrão original há um toque também no sabor, e não apenas na cor)
  • Pimenta da jamaica moída (um toque meu, opcional)
  • Mais um pouco de queijo parmesão para servir


1. Coloque o caldo de carne para esquentar e mantenha-o no fogo, você vai sempre precisar trabalhar com ele quente para preparar o risotto.
2. Em uma panela de fundo grosso, coloque 1 colher de manteiga e quando derreter (mas sem queimar), adicione a cebola e o alho. Frite-os até amolecer, porém sem dourar.
3. Acrescente o arroz (eu lavei previamente... bem, simplesmente não gosto de sujeirinha na minha comida... mas se lavar, não se esqueça de deixar escorrer bem) e frite bem, mas sem deixar amarelar.
4. Junte o vinho branco e mexa, deixei evaporar.
5. Coloque o açafrão-da-terra ou o açafrão verdadeiro, misture bem. Coloque também sal a vontade, mas tome cuidado que o caldo de frango e o queijo que serão acrescentados depois já são salgados.
6. Quando o vinho tiver evaporado, comece a juntar o caldo de frango aos poucos. coloque uma ou duas conchas, mexa bem e deixe cozinhar. Quando evaporar, coloque mais um pouco e vá repetindo o processo até o arroz estiver cozido. Mexer sempre é também fundamental para a textura.
7. Quando estiver quase pronto, acrescente o queijo, misture bem, e o restante da manteiga... é ela que dará ao risotto aquele tom brilhante na cor. E prontinho! Para servir você pode polvilhar um pouquinho de pimenta-da-jamaica por cima e um pouco mais de queijo... 

risoto milanês
Com uma pitadinha de pimenta-da-jamaica e um pouquinho mais de queijo parmesão

26 de outubro de 2014

O post de hoje (que era para ter saído ontem, mas o cansaço depois de ter dado 6h de aula não permitiu) é todo dedicado a um produto tão comum em nossas vidas e que teve e ainda tem muita importância econômica e cultural - ontem foi o dia do macarrão! Esse produto tem com base a farinha de cereais (especialmente o trigo), sal e água, podendo às vezes levar ovos ou óleo e tem a origem um tanto controversa - uns dizem que foi levada da China para a Itália por volta de 1295  por Marco Polo; outros apontam que estudos mostram que antes da viagem de Marco Polo à China já haviam relatos do consumo de uma massa similar na Itália e que há indícios que remontam ao consumo do macarrão já no séc. III a.C.; há ainda os que dizem que os árabes já consumiam uma massa seca chamada itrjia e que a teriam levado para a região da Sicília no séc. IX. 

Independente da origem, foram os italianos sem dúvida que espalharam a cultura do macarrão pelo mundo. Aqui no Brasil o consumo se intensificou com a vinda da imigrantes durante a guerra. É tão tradicionalmente italiano que há congressos, associações e, desde 1995, comemora-se o dia 25 de outubro como o dia mundial do macarrão!

A receita que eu trago para vocês hoje é uma receita de família. Minha nonna italiana fazia, meu pai fazia e agora eu faço. É super fácil e fica ainda melhor caso você tenha um cilindro ou uma máquina de cortar macarrão em casa. Eu herdei uma que era da minha vó e depois passou para o meu pai (rsrs na verdade, meu pai se apossou e consertou a maquininha que já estava parada há certo tempo e minha mãe, depois que meu pai faleceu, se recusou a devolver a maquininha e disse que era para mim kkkk), mas ela ainda está na casa da minha mãe, bem longe daqui, então fiz tudo no braço, no rolo de macarrão (que finalmente foi usado para fazer macarrão rs) e na faca. Só é preciso de um pouco de força no braço e paciência, mas o resultado compensa! A receita é de uma massa de ovos.

Para a massa do macarrão:

  • 500g de farinha de trigo
  • 6 ovos grandes 
  • 1 pitada de sal

1. Disponha a farinha peneirada em um recipiente, faça um buraquinho no meio, coloque o sal e os ovos. Bata os ovos e vá misturando a farinha. Depois é só sovar até ficar tudo homogêneo. Se os ovos forem pequenos, acrescente um pouquinho de água (uma colher de chá), mas só se preciso (os meus ovos eram tão gigantes que tive que acrescentar mais uma colher de farinha). Deixe descansar por uns 40 minutos, coberta com um pano úmido para a massa não ressecar.
2. Separe a massa em 4 ou 5 partes. Cilindre para tirar as bolhas ou então, acaso você use o rolo, faça o seguinte processo: abra a massa um pouquinho em uma superfície enfarinhada, dobre, estique um pouco, dobre, estique, dobre... faça isso umas 5 ou 6 vezes. Agora é só abrir a massa, bem fininha, com cerca de 1mm de espessura. Faça uma tira comprida e não muito larga, assim é mais fácil de controlar a espessura. Repita o processo com todas as partes (demorei nem meia hora). 
3. Deixe as tirar descansarem em um lugar arejado, até que elas comecem a secar e fiquem levemente esbranquiçadas. 
4. Se você tiver a maquininha de cortar, agora é só passar as massinhas pela máquina para cortá-las. Se você pretende cortá-las na faca, esfarinha super levemente as tirar, dobre-as e corte as tiras. Assim que terminar de cortar, separe-as e, de preferência, pendure-as em algum lugar para terminarem de secar. As minhas já estavam bem sequinhas, então só deixei um pouco mais em cima de mesa e depois separei em porções. Tive o rendimento de 780g de massa. Lá em casa ela já durou uma semana - não que tenha estragado depois disso, mas foi o quanto durou o estoque antes de comermos tudo rsrs.


Abra a massa bem fininha, com um 1mm de espessura, até ficar quase transparente.

Aqui a massa já cortada bem grosseiramente, justamente para ficar com cara de caseiro. Se quiser, corte  mais fininho e mais regular.

huummm yammy yammy! (p.s.: a toalha quadriculada vermelha não foi intencional!)

Aqui em montinho...

... e aqui já separado em porções, para facilitar guardar e cozinhar. 
Esse é meu paizinho e o varal de estender macarrão que ele mesmo inventou (agora ele deve estar fazendo muita macarronada lá no céu...) - era assim que costumávamos secar o macarrão lá em casa.


Preparada a massa? Agora vamos para o molho Alfredo!

Esse molho é a coisa mais simples do mundo! Uma simplicidade fantástica e genial e que dura já 3 gerações, desde que o chef Alfredo di Lelio criou o prato para sua esposa e depois passou a servi-lo em seu bistrô que havia sido inaugurado em 1910 em Roma. Virou o sucesso da casa e tornou o restaurante famoso, e desde a época de Alfredo ele ainda é feito da mesma forma, apesar de haverem diversas versões da receita por aí. O que dá destaque nesse prato é a qualidade dos ingredientes e há um truque básico: o prato em que será servido deve ser aquecido. 

Molho Alfredo (para 250g de macarrão):
  • 3 colheres (sopa) de manteiga de qualidade
  • 150g de queijo parmesão em pedaço
  • sal
  • uma colher de café de ervas de Provence

1. Cozinhe o macarrão em água salgada - não ´precisa de azeite, basta seguir a proporção de 1 litro de água para cada 100g de macarrão. 
2. Coloque os pratos nos quais será servido o macarrão em uma panela com água e ferva até eles estarem aquecidos. Ou, caso opte por colocar em uma só travessa, você pode ferver a água e despejar nela, ou ainda colocar água quente e levar ao forno ou ao microondas por alguns minutos. 
3. Rale o parmesão - compre o pedação do parmesão e rale em casa para garantir a qualidade. Muitas vezes os queijos já ralados possuem misturas ou já estão muito ressecados. Ralar em casa vai de certa forma garantir que o seu parmesão é mesmo parmesão.
4. Pegue o prato aquecido, coloque a manteiga (que vai começar a derreter lindamente!), sal, pitadinhas de ervas de Provence (cuidado, pois são muito forte!), coloque o macarrão e cubra com o parmesão. Se preferir, pode misturar já ou levar assim para a mesa, para que cada um misture o seu.


O parmesão é um queijo duro, então ele não vai derreter como a muçarela, ok?



11 de julho de 2014

Dia 10 de julho é comemorado o dia internacional da pizza! Apesar de não ser muito divulgado ou comemorado, já desde 1985 essa data é celebrada aqui em terras tupiniquins. Paixão mundial, existem diversas versões,  dependendo do público alvo - massa fininha,  crocante, massa pan (aquela fofinha que lembra um pão e que é encontrada na Pizza Hut ou em padarias que servem a pizza por pedaço para o nosso lanchinho da tarde), com borda recheada, doce, salgada, com pouco recheio, transbordando, com poucos ingredientes no recheio, parecendo um x-tudo... Já vi italiano dando chilique , dizendo que pizza de frango não era pizza e que nós brasilianos fazíamos muita mistura. Ora, a pizza é minha! Se os americanos podem pôr anchovas e os japoneses, KitKats de sabores duvidosos, por que não um frango desfiado?

A história dessa maravilha também fica nebulosa em um certo ponto. A massa, vinda de um pão, já era conhecida há pelo menso dois milênios no meio-oriente e na Grécia - muito similar ao pão pita dos indianos, ou o pão árabe. Dizem também que não era novidade nas casa italianas servir esse pão fininho com algum tipo de recheio ou com azeite. Mas foi em um momento específico, junho de 1889, da História que um pizzaiolo chamado Rafaele Esposito produziu uma pizza com tomate, mozzarela di bufala e manjericão que seria servida para a Rainha Margharita de Savoia, que estava de passagem pela cidade de Napole com o rei Umberto I.  A rainha aprovou essa delicinha que tinha as cores da bandeira do seu país e a pizza, além de ganhar o seu nome, foi impulsionada para, mais tarde, se tornar o que é hoje.

As versões e as mudanças foram tantas que em 1984 surgiu na Itália a Associazione Verace Pizza Napoletana, uma associoação que delimitava as regras para uma verdadeira pizza napolitana - desde ingredientes até o diâmetro. Em 2009 a União Européia deu à pizza napolitana o estatus Traditional Specialities Guaranteed, um selo que promove e protege produtos regionais e garante que apenas aqueles identificados pelo selo e que atendem minuciosamente as características estabelecidas podem ser identificados e comercializados como tais (veja o caso da Champagne e do queijo Gorgonzola e do aceto balsâmico)  Talvez um ato que pareça extremo, ilusório e desesperado para nós que levamos a criatividade na cozinha a sério,  mas que prova o amor e o orgulho de uma nação que disseminou o seu povo, a sua culinária e a sua cultura pelo mundo. 

Ingredientes:
  • 500g de farinha
  • 1 colher (chá) de açúcar
  • 1 colher (chá) de sal
  • 10g de fermento biológico seco
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 350g de água morna
  • farinha e azeite para sovar

1. Misture o fermento biológico seco na água morna com o açúcar. Deixe por 5-10 minutos, até formar uma camada "cremosa" (fica com cara de espuma de capuccino).
2. Junte o azeite ao fermento. 
3. Misture a farinha e o sal. Acrescente o líquido reservado e misture bem. 
4. Sove a massa por uns 10 minutos em uma superfície enfarinhada, até ficar lisa. Divida a massa em 3 ou 4 bolinhas (para uma pizza formato grande, para ficar bem fininhas).
5. Unte uma travessa com o azeite, coloque as bolinhas, passe um pouquinho mais de azeite sobre cada uma e cubra com um pano úmido. Deixe crescer por 2h. Daí é só abrir e colocar o recheio que quiser! Também é possível pré-assar para usar a massa em outro dia, só não sei quanto tempo pode durar pois aqui em casa não consegui deixar passar de 2 dias... rsrs Se você tiver a pedra para assar em casa, melhor ainda. Eu não tenho (ainda! rs), então assei na assadeira comum de pizza mesmo. Cuidado para não assar demais, ou a massa ficará durinha. 

Margherita: passata de tomate, uma camada de muçarela comum, tomate, mozzarela di bufala e manjerião. 

Morango com chocolate: pré-asse a massa, cubra com chocolate e morango e volte ao forno até derreter o chocolate.

Queijo e milho: uma camadinha de passata de tomate, muçarela, milho e orégano. 

25 de novembro de 2013

Essa salada é uma das coisas mais simples e mais deliciosas que se pode imaginar! Originária de Capri, ilha no litoral oriental da Itália - no golfo de Napoli, para ser mais preciso - ela conta com ingredientes bem típicos da cozinha caseira da Itália: tomate, manjericão, azeite e a mozzarela di bufala (especialidade da região de Napoli). Não há grandes segredos, apenas se deve ter um carinho todo especial pelos ingredientes... o tomate deve estar maduro, mas firme; o manjericão deve estar fresco; o azeite extra virgem, de qualidade; e deve-se usar mozzarella di bufala, e não queijo amarelo feito com leite de vaca. 

Originalmente, essa salada é temperada apenas com azeite, orégano e, se desejado, uma pitada de sal na hora de servir, para não soltar o suco do tomate. Mas é muito comum vê-la por aí acompanhada de aceto balsâmico, mas isso é mais americano do que italiano. E essa combinação singela gera um efeito tão bom nas papilas gustativas (e também nas narinas rs) que acaba indo parar também em pizzas, massas... Na região de Napoli é comum encontrá-la também como insalata tricolore, tendo essa versão muitas vezes a adição de abacate.


Ingredientes:
  • 2 bolas grandes de mozzarella de bufala (se usar das pequenas, coloque metade para cada fatia de tomate)
  • 2 tomates maduros e firmes (os meus eram pequenininhos, daqueles italianos compridinhos)
  • um punhado de manjericão fresco
  • azeite de oliva
  • sal

1. Para fazer e montar é super simples: corte o tomate em rodelas não muito finas (com mais ou menos 7mm). Faça o mesmo com a mozzarella, caso você tenha adquirido daquelas que vem em bolas grandes. Se for em bolinhas, pode só cortar ao meio mesmo ou então deixar sem cortar. Intercale o tomate, a mozzarella e as folhas frescas de manjericão. Depois é só regar com azeite e salpicar orégano! Caso queira um pouco de sal, deixe para colocar na hora de comer, para não fazer o tomate soltar água.  

Um sabor suave que preenche toda a boca... hummm...

17 de outubro de 2013

Sabe aquela sensação "quero-comer-isso-mas-nunca-fiz"? Então, essa foi minha experiência com o rondelli recheado com espinafre. Quando contei para minha irmã, ela já fez cara: "isso não é novidade, já tem receita por aí". Não importava, eu queria comer rondelli com espinafre! Mesmo que não fosse uma receita minha, invenção minha ou algo super diferente. Foi assim então que surgiu esse meu modo de fazer essa massa originalmente italiana mas que, como tudo o que chega ao Brasil, logo logo já ganhou mil e uma versões criativas, simples ou tradicionais, mas sempre muito saborosas. Minha receitinha é básica, tranquila de fazer, não leva muito tempo (ok, pode não entrar no Jamie Oliver's 30 minutes, mas dá para fazer de almoço sem muitos problemas!).

Ingredientes (para um refratário de 2 litros, quantidade para duas pessoas):
  • 200g de ricota (eu usei uma que já vem temperada, então fica com o sabor mais forte)
  • 2 xíc. de folhas de espinafre
  • Meia cebola média picadinha, ralada ou triturada
  • 5 colheres de sopa de requeijão
  • 1 ½ xíc. de leite (eu usei leite sem lactose, para tentar amenizar o estrago na intolerância à lactose da minha irmã)
  • Massa fresca para lasanha/rondelli (eu usei 3 folhas, mas isso vai variar conforme o tamanho e a marca)
  • Orégano
  • Manjericão fresco
  • Sal
  • Noz-moscada
  • Pimenta do reino

1. Coloque no processador a ricota, o espinafre, metade da cebola, um pouquinho de orégano e bata até formar uma pasta (pode deixar pedaços maiores, sem problemas)
2. Misture duas colheres de requeijão à pasta.
3. Espalhe sobre uma folha de massa, formando uma camada de um pouquinho mais que meio centímetro - deixe uma borda de 2 cm sem recheio, onde será o lado que o rolinho será fechado.  Enrole como um rocambole e corte - eu fiz pedacinhos de mais ou menos dois dedos de altura.
4. Coloque os rolinhos no refratário com o recheio virado para cima (ou para baixo... rs... bem, deu para entender né). Reserve.
5. Misture o leite, o estante do requeijão e da cebola,  o manjericão picadinho, orégano, noz-moscada e sal, se precisar. Cubra os rolinhos e leve ao forno ate a massa estar cozida.


Servido com arroz com açafrão e salsinha... huummm!!!
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