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21 de abril de 2016

Pouca gente tem o hábito de preparar caldo de frango ou carne em casa... ou por não ter ideia de como fazer, ou por achar que é muito complicado, por achar mais prático comprar pronto ou mesmo por não ter tempo. Então vamos sacudir essas suposições e partir para o novo: uma vez que você provar o caldo feito em casa e como é fácil de preparar (apesar de tomar um pouco de tempo), caldo de tablete e potinho não entrarão mais na sua cozinha! Sem falar que é muito mais saudável... só por não conter uma quantidade imensa de sal já ajuda muito! E também tem o colágeno dos ossos... Outro atrativo do caldo de frango feito em casa é poder reaproveitar o que antes iria para o lixo sem dó nem piedade: os ossinhos do frango.

O da receita de hoje surgiu por acaso. Fui ao mercado e o Chester estava em promoção. Voltei pra casa com 3 quilos de ave para fazer para o almoço de domingo... para duas pessoas... que comem pouco. Ou seja, tivemos ave assada no almoço de domingo, na janta, almoço da segunda, depois virou ave desfiada e ainda tenho uma porção desfiada no congelador. Então sobrou a carcacinha... que eu não ia jogar fora! Eu já tinha guardado o suco do assado que ficou na forma o dia que assei, então era só juntar tudo e mais um pouquinho e me sentir uma supere cozinheira - dizer que você faz o caldo em casa dá aquela sensação de pessoa que super entende de cozinha... bem, mas não é nada disso, vamos lá que você vai notar como é fácil!

Ingredientes: 
  • carcaça de uma ave Chester (ou um frango grande... bem grande... ou dois normais)
  • caldo que ficou do assado (2 xícaras, no meu caso)
  • 1 cenoura pequena descascada e cortada em gomos grandes
  • 1 cebola média cortado em duas e com dois cravinhos espetados nelas
  • 1 dente de alho grande inteiro
  • 1 pedaço de alho poró (usei inclusive a parte mais verdinha das folhas) em pedaços grandes
  • 1 pedaço de aipo cortado em pedaços grandes
  • 1 folha de louro
  • 3 bolinhas de pimenta-da-jamaica quebradas
  • 2 ou 3 galhinhos de salsinha, inteiros
  • 1 litro de água
  • uma pitadinha de sal (opcional)


1. Primeiro coloque a carcaça (ossinhos ainda com um pouquinho de carne e cartilagens) pa

ra tostar por meia hora. Isso vai dar mais sabor ao caldo e deixa-lo mais escuro. Caso queira um caldo mais claro e com sabor mais suave, pule essa etapa.
2. Coloque agora em uma panela grande de fundo grosso todos os ingredientes, cubra com a água e deixe ferver. Quando abrir fervura, abaixe o fogo e deixe cozinhar por 2h. Deixe reduzir e reponha a água evaporada quando necessário. 
3. Depois de cerca de 2h basta coar com uma chinois ou qualquer peneira fininha. Você pode guardar na geladeira por 5 ou 6 dias ou colocar em forminhas de gelo e congelar. O meu rendeu um pouco mais de meio litro e eu dividi em um vidro que foi para a geladeira e uma forminha.


Os legumes e o caldo que sobrou do assado

Agora já com a carcaça
Mais água

e depois de 2h de fogo

Parte eu coloquei em um vidro para usar logo e outra parte coloquei em forminhas para congelar, preferi deixar o caldo bem concentrado

Aqui o caldo está diluído em água para fazer o risotto alla milanese que postei antes. Peço desculpas pela qualidade das fotos, algumas foras tiradas com a máquina fotográfica e outras com o tablet, por isso não ficaram não boas.



26 de maio de 2014

Com o inverno chegando minha gula pede por muito carboidrato, massas, coisinhas cozidas, friturinhas... nada daquelas coisas tão saudáveis assim. Um molho de tomate um pouco mais carregado no tempero, mais forte e mais grosso. E no lugar das folhas vem um monte de raízes. 

A refeição de ontem foi assim. Eu tinha abodrinha italiana na geladeira que pedia para ser usada. A berinjela também. Já há alguns dias eu sonhava com uma berinjela fritinha, empanadinha huummm... Foi só pensar no molho vermelho e no frango empanadinho que a ideia se formou nesse macarrão inusitado e delicioso!

Ingredientes:
  • 250g de spaguetti
  • 1 xíc. de berinjela cortada em pedaços groceiramente
  • 1 xíc. abobrinha cortada em pedaços groceiramente
  • 200g de filézinho de peito de frango (sassami) cortado em pedaços grosseiramente
  • 1 xíc. de molho de tomate 
  • 50g de cogumelos champignon em metades ou em fatias
  • 1/2 xíc. de pimentão em cubos médios ou grandes
  • 1/2 cebola cortada em pétalas
  • 1 dente de alho picadinho
  • 1 folha de louro
  • farinha de arroz temperada para empanar
  • azeite
  • sal
  • óleo para fritar
1. Leve uma panela ao fogo com óleo suficiente para fazer fritura de submersão - pelo menos uns 3 dedos de óleo. 
2. Leve uma outra caçarola ao fogo com água para cozinhar o macarrão. Quando levantar fervura, coloque uma pitada de sal e um fio de óleo e o macarrão. Cozinhe até dar o ponto.
3. Passe o frango, a berinjela e a abóbora italiana na farinha de arroz temperada e frite. Deixe escorrer sobre papel toalha e reserve.
4. Em uma frigideira alta coloque um fio de azeite, alho e cebola e refoque até a cebola ficar macia, mas sem deixar o alho queimar. 
5. Acrescente o molho de tomate e deixe ferver. Adicione a folha de louro para ferver junto.
6. Junte o champignon, se necessário acrescente um pouco de água. Corrija o sal. 
7. Junte o frango, a berinjela e a abobrinha fritos e o pimentão. Misture bem, coloque uma pitada de orégano e junte ao macarrão já escorrido - e está prontinho para servir!


22 de maio de 2014

Olá, pessoal! desculpa a falta de atualizações, estive um tanto correndo de um lado para o outro como uma louca para resolver mil coisas... por que domingo foi meu aniversário! Bom, a última vez que pude colocar minha idade em cima do bolo com um 2 na frente (pois é... ano que vem é 30!) e como todo ano não poderia passar em branco. Fiz um bolinho aqui em casa, preparei um cuscuz lindo com todas as boas intenções de tirar foto, postar receita no blog e servir para os convidados... não deu tempo! rsrs Então prometo para vocês que depois eu faço outro (especialmente um com as medidas mais certinhas, nem tanto feito a olho) e posto por aqui!

A receitinha de hoje surgiu da noite para o dia - literalmente. Ontem passei no mercado e o repolho estava em promoção - de quase 5R$ cada estava por 0,90R$ o quilo... Não resisti e trouxe um para casa. O problema é, por mais que eu tenha procurado, não tinha um pequeno. Só tinha monstros! Peguei o menor que tinha, mas ainda assim voltei para casa com um sr. repolho - o negócio é HUGE, WHACKING HUGE, vocês não tem noção! Vou comer repolho por um mês, provavelmente... 

Então, voltando para casa, fui pensando... o que fazer com tudo isso? Daí me lembrei do filme Os Sabores do Palácio, que assisti esses dias... e a Hortense Labore servia um repolho recheado com salmão de dar água na boca... Hum, recheio, sim... isso soa bem! Mas devo confessar que não sou muito fã de charutos de repolho - e um dos fatores desse meu não gostar é por conta do arroz e de como a carne fica cozida com ele. Queria a carne um pouco mais soltinha, então resolvi fazer um recheio do meu jeito. E foi nessa delicinha que resultou!

Ingredientes (para 4 trouxinhas, mais ou menos):
  • 600g de carne (não usei carne moída, usei carne limpinha cortada em mini cubinhos)
  • 1 1/2 xíc. de molho de tomate
  • 1/2 cebola (metade em pétalas e metade em cubinhos)
  • 2 dentes de alho picadinhos
  • 2 ou 3 pedaços de funghi secchi 
  • 4 folhas de repolho (ou mais, dependendo do tamanho da folha)
  • 1 pão francês
  • curry
  • azeite
  • sal
  • orégano
  • vinagre
  • manteiga
  • gelo
1. Ferva uma xícara de água. Lave o cogumelo rapidamente com água de torneira, coloque em um recipiente e cubra com a água para hidratar. Reserve - o cogumelo e a água.
2. Refogue em azeite a metade em pétalas da cebola com metade do alho. Junte 1 xícara de molho de tomate e deixe ferver. Corte o funghi em pedacinhos, junte com a água ao molho de tomate e deixe ferver até reduzir. Acrescente o orégano, acerte o sal e reserve.
3. Ferva uns 2 litros de água. Quando levantar fervura, acrescente umas gotinhas de vinagre. Coloque uma folha de repolho e deixe ferver por 2 minutos. Retire e coloque em uma bacia com água gelada e o gelo, para dar choque térmico e parar o cozimento. Repita com as outras folhas. Reserve.
4. Doure o restante da cebola e do alho em azeite, acrescente a carne, salgue e adicione uma pitadinha de curry. Quando estiver quase totalmente cozida, acrescente o restante do molho de tomate e deixe ferver. Coloque um pouco de orégano, junte o pão picadinho (do mesmo tamanho da carne) e misture bem para que o pão amoleça com o molho. Reserve.
5. Unte um refratário com a manteiga, coloque uma fina camada de molho e pré-aqueça o forno.
6. Enrole as trouxinhas: eu retirei a parte mais grossa do talo do repolho. Abra a folha, coloque um pouco de recheio perto de onde estaria o talo, enrole uma ponta por cima, dobre as laterais sobre o recheio e termine de enrolar. Coloque no refratário. Depois de todas as trouxinhas prontas, cubra com o restante do molho e leve ao forno por uns 20 minutos. E está prontinho!


Humm... imagina só... arroz branco, uma taça de vinho... 


31 de março de 2014

Eu tenho o costume de sempre deixar uma peça de carne no congelador, ou já embalagens com pedaços já cortados e limpos. Apesar da carne congelada não ser tão boa quanto a fresca, ter sempre uma alternativa no congelador é uma benção - principalmente se considerarmos cidades como a que moro, onde os mercados não abrem de domingo e no máximo um açougue ou algum mercadinho de vila abre até o meio dia. Ajuda até mesmo durante a semana, pois me poupa tempo de ter que sair da casa. Daí é só aplicar a técnica certa de descongelar (tiro do congelador durante a noite, passo para o meio da geladeira; depois passo para a parte da gaveta e só quando muito necessário tiro da geladeira um hora antes de preparar).

E foi assim que essa receita começou. Resolvi preparar uma fraldinha que estava passando férias no meu congelador. Pensei em separar em pedacinhos e grelhar, mas no final resolvi meter no forno mesmo. Santa ideia! Uma bocanhada na carne - que fica com um leve gostinho do defumado do queijo e do bacon - já é de suspirar... a cebola com o cogumelo é de chorar de tão bom que fica... tudo junto, então... me senti o Rémy (o ratinho mini chef do Ratatuille) com todas aquelas maravilhosas explosões de sabores acontecendo dentro da minha boca!

Ingredientes:

  • Uma peça de fraldinha com mais ou menos 1,5kg, limpa e sem excesso de gordura
  • 2 fatias de bacon defumado
  • 3 ou 4 fatias de queijo provolone defumado
  • meia cebola grande cortada em pétalas
  • 2 colheres de manteiga
  • 50g de cogumelos champignon fatiados
  • 2 colheres de alho poró fatiadinho em rodelas
  • 3 colheres de creme de leite
  • sal grosso
  • pimenta do reino
  • barbante para amarrar a carne
  • azeite

1. Você vai precisar montar um "sanduíche" da fraldinha - eu dividi a peça em duas e coloque uma ponta sobre a outra. No meio, coloque as fatias de bacon, cortadinhas em pedaços menores, quase quadradinhos, e também o parmesão - eu mesmo cortei as fatias em casa, para serem fatias bem grossas. Cubra com a outra parte e amarre para mantê-las juntas. Polvilhe um pouquinho de sal e pimenta do reino sobre a peça.
2. Coloque um fio de azeite em uma frigideira grande. Quando estiver bem quente, sele a carne, fritando rapidamente de todos os lados até que uma crostinha seja formada - isso vai evitar que sua carne fique seca.
3. Dê mais um retoque na pimenta, forre uma fôrma com uma leve e fina camada de sal grosso, coloque a peça e polvilhe mais um pouquinho de sal por cima. Leve ao forno pré-aquecido a 180 graus até dar o seu ponto favorito - de preferência dourada por fora, mas suculenta por dentro. Quando estiver pronta, se livre do barbante, fatie e reserve - e reserve também 4 ou 5 colheres do molho que ficou na fôrma.
4. Leve uma frigideira ao fogo. Quando estiver aquecida, coloque a manteiga e uns pinguinhos de azeite (para não deixar a manteiga queimar). Coloque a cebola e deixe, até ela ficar macia. Nesse caramelizado não vai açúcar, por isso o adocicado é bem mais leve, só mesmo por conta da cebola. Quando estiver no ponto e começando a ficar marrom, acrescente as 4 ou 5 colheres do caldo da carne que ficou na fôrma. Mexa bem e junte o cogumelo e o alho poró. Deixe mais um pouquinho e acrescente o creme de leite, misture muito bem - em poucos segundo ele já vai reduzir um pouco, ficando uma cebola levemente cremosa. Desligue e sirva com a carne já fatiada.


Está vendo esse amarelinho no meio? Esse é o  provolone... humm...

11 de março de 2014

Esse arroz é uma ótima opção para aqueles dias em que sobrou arroz do dia anterior e não quer fazer aquele arroz de forno de sempre. Tem inspiração no jambalaya (que já apareceu por aqui antes), prato tradicional de New Orleans, Luisiana - EUA, e é saborosíssimo! Aqui em casa serve só com uma saladinha, nem precisou de mais nada.

Ingredientes:
  • 1 1/2 de arroz cozido
  • 1 xíc. de peito de frango em cubos
  • 1 naco de linguiça calabresa fininha cortada em rodelas
  • 1/4 de cebola picadinha
  • 1 dente de alho picadinho
  • 1/3 de xíc. de molho de tomate
  • 1/3 de latinha de milho verde
  • 1/3 de xíc. de pimentão em pedaços
  • 1 colher (sobremesa) de páprica doce
  • 1 colher (café) de molho inglês
  • molho de pimenta a gosto
  • azeite
  • sal
  • cebolinha picadinha

1. Em uma panela aquecida, coloque um fio de azeite, a cebola e o alho. Deixe ficar transparente e acrescente o frango. Tempere com uma pitadinha de nada de sal - não se esqueça que a linguiça já é salgada e fortemente temperada!
2. Quando o frango estiver começando a ficar cozido, junte a linguiça e deixe fritar.
3. Assim que o frango e a linguiça já estiverem fritinhos, junte o molho de tomate, o milho e a páprica. Deixe ferver um pouco. Se precisar, coloque um pouquinho de água. 
4. Adicione o pimentão, o molho de pimenta e o molho inglês. Deixe no fogo por mais uns minutinhos e junte o arroz já aquecido. Misture bem, deixe no fogo por mais um ou dois minutinhos, e está prontinho! Na hora de servir, é só polvilhar a cebolinha por cima.



2 de fevereiro de 2014

O almoço de hoje tem cara de complicado , mas é super fácil! É para aqueles momento que você não está com muita vontade de ficar esquentando a barriga no fogão - afinal, nesse calor, ninguém merece né...
Serve também para aqueles dias que você está com um pouco de pressa e que vai muito bem com uma saladinha.

Ingredientes:
  • 1 berinjela média
  • 1/2 linguiça calabresa
  • 1 tomate em cubos
  • 2 colheres de bacon picadinho
  • 1/4 de cebola
  • Queijo suficiente para cobrir
  • Ervas finas

1. Corte a berinjela ao meio (na horizontal), tire as sementes e, com a ajuda de uma colher, cave um buraco, deixando mais ou menos 1cm de berinjela. Salpique sal e reserve.
2. Tire a pele da calabresa e corte em dois ou três pedaços grandes. Triture a linguiça no processador com a cebola.
3. Acrescente o bacon picadinho e o tomate à calabresa triturada. Não precisa temperar, pois o bacon e a calabresa já são bem fortinhos de tempero.
4. Lave as berinjelas em água corrente,  até tirar todo o sal. Recheie-as e leve ao forno por 20 minutos.
5. Cubra com queijo e volte ao forno por mais 5 minutinhos e está prontinho! Polvilhe ervas fina por cima do queijo para servir. Uma berinjela media (quase pequena) serve uma pessoa e sobra um pouquinho, uma grande daria para duas pessoas.



13 de janeiro de 2014

Muitas vezes eu penso que o sabor da comida e dos alimentos em geral é mais emocional do que qualquer outra coisa. É claro que os aspectos culturais também influenciam muito - o nosso churrasco de espeto corrido e pedaços gigantes de carne pode ser suculento para nós e loucura nacional, mas para muitos asiáticos ele é um tanto nojento; comer pequenos escargots, caracóis molengos e esponjosos, é uma iguaria na França, mas nada atrativo para nós... Mas ainda assim, o que explicaria a comida de mãe e de vó ser tão boa? Mesmo aquelas que mal sabem fritar um ovo, se elas fizerem isso com carinho, será o melhor ovo frito do mundo! É por isso que eu nunca consigo fazer o arroz branco igual ao da minha mãe, nem a massa de macarrão igual ao meu pai... 

É comum aparecer por aqui receitas que meus pais faziam, e eu sempre acabo contanto um pouco dessa minha relação com eles. Hoje eu trago mais uma - uma receita desenvolvida pelo meu pai, tradicional em todo almoço e ceia de família no final de ano. Meus tios e minhas tias tentam fazer igual, e apesar de ficar delicioso, eu sempre olho com aquela carinha e penso - o dele era especial!

Lembro de todas as vezes que ele ia fazer, eu acabava angariada na marra como ajudante - vamos lá, para uma criança às vezes era muito mais legal brincar do que ajudar em casa, principalmente com um pai todo metódico. Acabei aprendendo e sabendo de cor, sem nunca ter realmente feito.Hoje resolvi tentar fazer sozinha. Se quiser, dá para fazê-lo um dia antes e deixar na geladeira - a carne pega ainda mais o tempero. Pode já deixar assado durante o dia e depois na hora de servir levar ao forno de novo, para esquentar. 

Ingredientes:
  • 1,5 kg de carne moída (de patinho limpo, para ficar bem sem gordura, bem limpa)
  • 1 cebola 
  • 3 dentes de alho 
  • 200g de presunto fatiado
  • 200g de muçarela fatiada
  • 1/2 lata de milho verde 
  • 2 ovos cozidos picadinhos
  • 1 ovo para misturar na carne (para dar liga e não trincar ao assar)
  • 1 cenoura grande cortada em fatias
  • 10 vagens
  • sal
  • 1 saquinho plástico (daqueles transparentes)
Sem querer pus primeiro o queijo e depois o presunto...
1. Triture no processador a cebola e os dentes de alho. Misture à carne, acrescente o ovo, tempere com sal e reserve.
2. Cozinhe a cenoura e a vagem até estarem macios. Reserve.
3. Estique o saquinho plástico sobre a mesa - ele vai ajudar a dar o tamanho do rocambole e também ajudará a enrolar. Espalhe a carne sobre o saquinho, deixando uma margem sem a carne para facilitar enrolar. Pressione bem a carne, para depois ela não rachar. 
4. Faça uma camada de presunto sobre a carne, e depois outra de queijo (ou o oposto, sem problemas).
5. Faça fileirinhas de cenoura, vagem, e entre elas coloque o ovo picadinho e o milho. 
6. Agora é só enrolar bem firme! Cuidado com o sentido: as cenouras e vagens devem estar na horizontal! Arrume as pontas, se preciso coloque um pouco mais de carne para dar acabamento.
7. Leve ao forno coberto por papel alumínio por 20 minutos. Descubra e deixe por mais 25 minutos e prontinho! Na hora de servir, curte com uma faca de serra ou faca elétrica, para não despedaçar inteiro. Fica ótimo com arroz branco e salpicão. Normalmente meu pai colocava também umas fileiras de bacon fatiado já fritinho... ficava maravilhoso! Eu acabei não colocando, pois minha irmã não gosta de bacon.

Olha o queijo derretido... o colorido dos legumes... e o presunto ainda deixa a carne levemente rosada... HUMMMM!!!

19 de dezembro de 2013

Quando eu ainda morava com meus pais eu não via a hora de sobrar carne do churrasco para que a noite meu pai fizesse arroz carreteiro - e ele fazia aquele arroz marronzinho, soltinho... e que delícia que ficava com salada de repolho cru e ovo frito!
Nunca consegui fazer arroz igual ao dele. Meu pai sempre brincava que o tempero vinha da graxa das mãos dele (ele era mecânico, e um ótimo mecânico! Mas nada de graxa nas mãos,  ok!), mas acho mesmo que era todo o charme e a ginga de quem casou sem nem saber como fritar ovo e depois virou um excelente cozinheiro e que adorava o que fazia. acho que essa minha curiosidade na cozinha veio dele, assim pelo gosto e felicidade de fazer o que gosta.
Como nunca consegui fazer igual, acabei desenvolvendo a minha própria receita - diferente, porém também maravilhosa. É essa que eu fiz hoje e trouxe para vocês. 

Ingredientes:
  • 1 xíc. carne assada de churrasco (usei alcatra limpinha) em cubos
  • 1 xíc. de arroz (tipo agulhinha, aquele comum, não é arroz para risoto!)
  • 2 xíc. de água fervendo
  • 1/3 xíc. de ervilhas
  • 1 talinho (mais ou menos 15 cm) de aipo/salsão picadinho
  • 1 colher (chá) de páprica doce (se quiser mais apimentado, troque pela paprica picante)
  • 1 dente de alho picadinho
  • 1/2 cebola pequena picadinha 
  • 2 colheres rasas (sopa) extrato de tomate
  • sal a gosto
  • cebolinha 
  • 2 colheres rasas de manteiga
1. em uma panela já aquecida,  coloque a manteiga, o alho e a cebola. Deixe dourar e acrescente o aipo, a carne, sal a gosto e o arroz. Frite tudo junto até ficar soltinho. Se você usar arroz lavado, deixe secar antes que ele ficará mais soltinho. 
2. Depois de bem frito, junte o extrato de tomate, a ervilha e a água.  Misture bem e deixe até que o arroz esteja cozidinho. Daí é só jogar a cebolinha por cima e servir!


9 de dezembro de 2013

Uma das coisas pelas quais sou louca é a massa pobre... a sensação da massa esfarelando na sua boca e depois derretendo, o sabor suave que é complementado com o sabor do recheio... huummm
E essa massa foi por um bom tempo a minha frustração. Testava uma receita, nada... testava a outra, ficava uma delícia, mas com cara horrorosa... Precisei entender como que funciona a reação da gordura gelada com a farinha para finalmente conseguir acertar. E que delícia fica! 
A receita de hoje leve essa massa e, apesar das mudanças e adaptação, segue a ideia de como um quiche deve ser: ovo na massa e no recheio. Fácil de preparar, só tome cuidado com os detalhes...

Ingredientes:
  • 3 xíc. farinha de trigo peneirada
  • 200g de manteiga sem sal gelada (um pacotinho de manteiga em barra)
  • 1/2 xíc. de água gelada (super gelada)
  • 2 ovos
  • 1 caixinha de creme de leite
  • 250g de presunto cortado em cubinhos
  • 1/2 xíc. aipo picadinho
  • 1/2 xic. cebola picadinha
  • 100g de requeijão
  • 120g de cogumelos champignon
  • 1/2 lata de ervilha
  • 1/2 colher (chá) de sal (para a massa... o do recheio é a gosto)
  • orégano
  • pimenta branca moída
  • noz moscada
1. Em uma vasilha, coloque a farinha, 1/2 colher (chá) de sal, e misture. 
2. Corte a manteiga em cubos para facilitar, e coloque na farinha. Misture com as mãos até virar uma farofinha. 
3. Acrescente uma gema de ovo (só a gema... separe a clara para o recheio) e a água super gelada. Misture até ficar homogêneo, cubra com filme plástico e leve para a geladeira por no mínimo 30 minutos. Eu deixei a massa por 40 minutos no congelador - ela fica um pouco dura para abrir, mas como estava muito calor, preferi assim.
4. Junte a clara que restou da massa com o outro ovo, e bata na batedeira até virar um creme. Reserve.
5. Combine o creme de leite com o requeijão, tempere com orégano, pimenta branca moída, noz moscada e sal a gosto. Acrescente a cebola, o aipo, o presunto picado, ervilha e os cogumelos laminados. Depois, junte delicadamente com os ovos batidos. Reserve. 
6. Abra a massa em uma forma própria para quiche ou então em uma forma de aro removível. Eu gosto de forrar o fundo da forma com papel manteiga, mas não é preciso untar, pois vai bastante manteiga na massa. Cubra o fundo e as laterais da assadeira com a massa, coloque o recheio e leve ao forno até que a massa esteja douradinha e o recheio gratinado. E voilà! O recheio fica leve, airado, saboroso...




20 de novembro de 2013

Ontem eu tive aula de culinária com meus alunos, e do corn dog sobrou um pacotão cheio de fubá - que veio para casa comigo. E hoje de manhã, ao me deparar com ele, já pensei em uma panela cheia e fumegante de polenta, aquela polenta com um espesso, vigoroso e saboroso molho vermelho... hummm 
E foi isso que resolvi fazer para o almoço de hoje. Inicialmente planejei fazer o molho com linguiça, mas achei melhor fazer com carne, pois minha irmã não gosta de linguiça. Pedi então para ela ir ao açougue, e ela foi no mercadinho perto de casa que mudou de dono essa semana e, para nosso pesar, não tem mais açougue... Como ela chegou em casa de mão abanando (quando ela poderia ter andado mais uma quadra e ido ao outro mercadinho), voltei à minha ideia original e não me arrependi!

Ingredientes:
  • 1 ½ xíc. de fubá
  • 7 ½ xíc. de água
  • ½  cebola picadinha
  • 1 dente de alho picadinho
  • 3 tomates médios maduros mas firmes picados em cubos não muito pequenos
  • ½ xíc. de molho de tomate
  • 2 xíc. de linguiça em rodelas (usei aquelas calabresas fininhas)
  • orégano
  • azeite
  • sal
  • pimenta branca em pó
1. Misture o fubá em 7 xícaras de água até dissolver tudo. Reserve.
2. Em uma panela aquecida, coloque um fio de azeite, o alho e metade da cebola. Refogue e acrescente a mistura de fubá, o sal e a pimenta a gosto. Mexa bem e deixe ferver até engrossar, mexendo sempre ou o fundo engrossará e a parte de cima ficará mole. Quando estiver com a espessura desejada (eu gosto um pouquinho mais mole, minha irmã gosta um pouquinho mais dura... rsrs) é só desligar. Reserve.
3. Em outra panela aquecida, acrescente mais um fio de azeite, o restante da cebola e a linguiça. Caso use outra linguiça que venha crua, acrescente-a primeiro e depois a cebola (para não queimá-la). Deixe tudo fritar.
4. Adicione o tomate (se preferir, use tomate sem casca... mas o intuito aqui não é derrete-lo, mas deixar pedacinhos mesmo) e deixe refogar, mas sem derreter. Coloque o molho e, se preferir, sal (lembre que muitas linguiças já vem bem salgadas, então cuidado!). Dê um toque com orégano (eu também coloquei uma pitada de ervas finas). Deixe o molho ferver até engrossar, e está prontinho! É só servir junto com a polenta - por cima ou em outro refratário.



Humm... e para dar um toque final, coloquei umas lasquinhas de provolone ali no canto...

6 de novembro de 2013

Desde criança sempre fui doida por abacate. Naquela época eu tinha que esperar o ano inteiro para chegar a época da fruta, pois raramente se via nos mercados para vender - e de forma alguma se encontrava a variedade que é possível ver por aí hoje, que facilmente pode-se comprar aquele de casca mais fina e de "pescocinho" (abacate manteiga ou o abacate pescoço, dois tipos parecidos), o mais redondinho de casca grossa (guatemala), e até aquele que o pessoal chama de avocado, que eu conheço como abacate americano, menorzinho, casca grossa e tão escura que chega quase a ser preta (hass). Costumava haver um pé no quintal de casa, mas um santo dia meu pai resolver cortá-lo - imagina a tristeza da criança!
Lembro que meu pai costumava bater o abacate com leite e fazer uma vitamina bem grossa... era a nossa diversão em família chegar a noite depois da janta e nos espicharmos na frente da tv tomando vitamina - coisa boba, mas uma querida lembrança de infância, com todo mundo junto se divertindo.

Já depois de adulta descobri a comida mexicana e minha primeira reação ao guacamole foi "ECA!!!"... para mim era muito estranho comer abacate salgado. É claro que depois aprendi que boa parte do mundo deve ter essa mesma reação ao nosso abacate doce, e que gosto não é apenas uma questão de opinião e escolha, ele envolve questões culturais, tradições e identidades de um povo. E quando finalmente me rendi ao guacamole, surpreendi-me e apaixonei-me! RS

Então a saladinha de hoje é no estilo guacamole, ótima para o verão, para acompanhar arroz branco e pratos com carnes ^^

Ingredientes:
  • uma xíc. da abacate em cubos, não muito maduro (ou seja, maduro mas ainda firme)
  • um tomate em cubinhos
  • meia xícara de pepino em cubos
  • meia cebola em cubos
  • meio limão
  • sal
  • temperinho lemon & pepper (ou apenas pimenta do reino ralada)
1. Tudo já picadinho? É só misturar e temperar com o sal, suco de meio limão e o lemon & pepper... Usei o tomate e o pepino com casca e tudo, nem desprezei as sementes. Se quiser, pode acrescentar um pouco de salsinha ou cebolinha - eu quis manter o meu mais com o gostinho do limão, por isso deixei sem.


Servidos?

1 de novembro de 2013

Mais uma vez a salada crua é a estrela por aqui. Essa de hoje é muitíssimo simples, mas há quem pense que seja um bicho de sete cabeças por não ser algo tradicional da nossa cultura. Vale a pena dar uma conferida nessa receita originalmente da cultura mediterrânea e que traz frescor para as nossas refeições!

Ingredientes:
  • 1 tomate
  • Meia xic. de salsinha fresca picadinha
  • Meia cebola roxa
  • Meia xic. de trigo para quibe
  • Sal
  • Azeite
1. Coloque o trigo de molho em água e deixe por uma hora. Depois que estiver hidratado, escorra e reserve.

2. Pique a cebola bem picadinha,  corte também o tomate. Junte a cebola e tempere com azeite e sal. Adicione o trigo e já está prontinho! Eu gosto de colocar também pepino, mas dessa vez não coloquei pois minha irmã  não gosta.
 


27 de outubro de 2013

Sabe aquelas coisas que sempre estiveram presentes na sua vida quem você nem sabe quando começou? Então, para mim isso acontece com o bobó de galinha que minha mãe faz. Não sei quando ela aprendeu, quem passou a receita ou onde ela arranjou isso, só sei quem desde que me lembro como um ser humano eu lembro dele ser a minha comida favorita, junto com o churrasco do meu pai  - tanto que nos meus aniversários já nem me perguntavam, meus pais já iam logo ao mercado comprar a picanha para o churrasco e o frango para o bobó.

Para mim já era uma comida tão tradicional que só depois de adolescente que fui perceber quem o bobó dos outros não era como o da minha mãe, não levavam os mesmos ingredientes e o dela não seguia as receitas tradicionais. Não ia azeite de dendê (os baianos que me perdoem, mas no centro-oeste e no sul do Brasil esse azeite é forte demais para os nossos paladares, e em 90% das pessoas que tentam usa-lo acabam com uma tremenda dor de barriga e/ou estômago), nem era engrossado com farinha. Lembro que, quando criança, uma amiga da minha mãe (que era louca pelo bobó dela) pediu a receita e nos chamou para almoçar na casa dela. Tb lembro do beliscão que levei por baixo da mesa e minha mãe falando com uma voz consternada para eu comer o negócio e ficar quieta, enquanto eu olhava para a cara da comida e falava desiludida "mas isso não é bobó..." - a ansiedade da cozinheira era tanta que ela esqueceu de bater tudo no liquidificador, então era um creme branco com frango e pedacinhos de tomate, pimentão e cheiro verde boiando (até hoje não encontrei um modo tão estranho e inusitado de se errar uma receita kkkk).

Com o tempo o prato ficou tão tradicional de minha família quem até minhas avós, minhas tias e minha prima aprenderam a fazer. Cada um com um tempero diferente, todos muito deliciosos, mas nenhum com o tempero da minha mãe. 

E diz que certo dia minha lombriga estava tão grande que eu resolvi que iria fazer. Nunca tinha feito, Mas sabia os ingredientes, tinha uma ideia sobre o processo, e sabia com qual gosto o negócio tinha que ficar - e sabia quais eram os truques que minha mãe usava e que dava um gosto tão bom! Fiz sozinha, seguindo o meu estômago, e não é que deu certo?! O detalhe é que não dá para fazer porção para uma ou duas pessoas: você coloca um pouquinho de cada coisa e acaba virando um panelão! Então tire do armário a maior panela que você tiver em casa pois você vai precisar! Esta receita dá tranquilamente para 6 pessoas.

Ingredientes:
  • um peito de frango tamanho médio com osso (e pode deixar a pele tb)
  • 350g de mandioca amarela 
  • 1 cebola média cortada grosseiramente (cortei em 6 pedaços)
  • 1 dente de alho grande cortado grosseiramente
  • 1 dente de alho pequeno bem picadinho ou triturado
  • 2 tomates pequenos bem maduros cortados em 4
  • 1/2 pimentão pequeno cortado grosseiramente (usei do vermelho, mas também dá para usar do verde)
  • 1/4 de xícara de salsinha
  • 1/4 de xícara de cebolinha
  • 1/2 xícara de molho de tomate
  • 2 colheres (sopa) de ketchup
  • 1/2 lata de milho verde
  • 1/2 vidro de palmito (cortado em rodelas)
  • 1/2 caixinha de creme de leite
  • um pedaço de alho poro (mais ou menos uns 7cm) cortado ao meio no sentido do comprimento
  • uma folhinha de louro
  • sal
  • 1 litro de água (mais a água do cozimento do frango)

1.  Coloque na pressão o alho grande picado grosseiramente, metade da cebola, o louro, o alho poró, sal e azeite, doure rapidamente e coloque o peito do frango inteiro, deixe fritar um pouquinho e deixe a parte com o osso para baixo. Cubra com água (mais ou menos dois copos) e deixe pegar pressão por uns 20 minutos. 
2.Quando estiver cozido, descarte os ossos, as peles e gorduras e reserve. Reserve também uma xícara do caldo que ficou na panela (peneirado). 
3. Para desfiar o frango é fácil: coloque na batedeira (coberta, ou vc vai ter que catar pedacinhos de frango para todos os lados da sua cozinha depois) e bata rapidamente. Ele desfia sem ficar pedaços pequenos e cortadinhos, como normalmente ficam quando passados non liquidificador. Deixe pedaços grandes, pois eles desfiarão ainda mais quando forem para a panela. 
4. Em uma caçarola grande (de 22cm ou mais) coloque o restante do alho bem picadinho, azeite e o frango desfiado. Deixe dourar até criar casquinhas. 
5. Enquanto o frango doura, bata no liquidificador o tomate, o restante da cebola, a salsa, a cebolinha e o pimentão com meio litro de água até ficar um caldo. Acrescente ao frango e deixe ferver por 15 a 20 min. Mexa constantemente, pois o frango irá assentar no fundo da panela e por começar a queimar. Eu uso sempre uma panela antiaderente, facilita muito a não deixar criar crosta no fundo - se criar, o bobó pode ficar com gosto de queimado.
6. Adicione o milho e o molho de tomate e deixe ferver.
7. Coloque o caldo do cozimento do frango que havia sido reservado no liquidificador, complete até dar 500ml de líquido e bata junto com a mandioca. Acrescente ao frango com o caldo, misture bem e deixe ferver por mais 20 a 30 min, sempre mexendo. Regule o sal, junte o ketchup e o palmito e deixe por mais 10 a 15 min. 
8. Por fim, coloque o creme de leite, misture bem, deixe por mais uns 5 minutos e desligue. Está pronto para servir com arroz branco e batata palha! Eu gosto sempre de deixar esfriar esfriar um pouco, acentua ainda mais o sabor.


Hummm... com arroz branco e batata palha fica maravilhoso! Minha vó às vezes coloca azeitona picada também e tira o pimentão, que ela detesta, mas eu prefiro mesmo é o bobó do jeito que minha mãe faz!

23 de outubro de 2013

Eu tenho uma verdadeira paixão por guloseimas de boteco - bolinho de mandioca recheado com carne seca, aqueles cubinhos de presunto e queijo regados com azeite e orégano, pasteizinhos, coxinha, bolinhas de queijo, croquetes... hummm... se forem acompanhados de uma cerveja tipo malzbier (aquela escura e docinha... eu detesto coisas amargas, por isso não gosto da tradicional pilsen) ficam ainda melhores rsrs Mas haja fritura!

E que tal uma forma de trazer o croquetinho nosso de cada boteco para o almoço, e nos livrarmos da fritura? E acrescentarmos um recheio de requeijão derretidinho? 

Ingredientes:
  • 4 batatas médias descascadas, cozidas com sal e amassadas.
  • 400g de carne moída magra
  • 100g de bacon picadinho
  • meia cebola média picadinha
  • um dente de alho picadinho
  • 3/4 de lata de ervilha 
  • 1/3 de xícara de azeitona picadinha
  • 4 colheres de molho de tomate
  • orégano
  • sal
  • azeite
  • requeijão
  • Muçarela ralada

1. Coloque o bacon na panela com um fiozinho de azeite (só para acelerar o aquecimento). Quando estiver douradinho, acrescente a cebola e o alho para dourar. Coloque a carne e acrescente o sal - eu usei também um pouco de curry e limão.
2. Quando a carne estiver quase pronta, acrescente as azeitonas, ervilhas, molho de tomate e orégano. Deixe no fogo até o molho secar. 
3. Carne cozida? Acrescente as batatas amassadas e misture.
4. Faça uma camada da mistura em um refratário untado com manteiga. Espalhe requeijão e cubra com outra camada da mistura e finalize com a muçarela ralada. Leve ao forno pré-aquecido até o queijo derreter.



Olha que exagero de requeijão no meio... O queijinho de cima já está durinho pois eu só tive tempo de tirar a foto quando voltei para casa à noite - então surgiu a dúvida: não dá para saber se é mais gostoso recém saído do forno ou se requentado mais tarde.. .huuummm
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