23 de outubro de 2013

Eu tenho uma verdadeira paixão por guloseimas de boteco - bolinho de mandioca recheado com carne seca, aqueles cubinhos de presunto e queijo regados com azeite e orégano, pasteizinhos, coxinha, bolinhas de queijo, croquetes... hummm... se forem acompanhados de uma cerveja tipo malzbier (aquela escura e docinha... eu detesto coisas amargas, por isso não gosto da tradicional pilsen) ficam ainda melhores rsrs Mas haja fritura!

E que tal uma forma de trazer o croquetinho nosso de cada boteco para o almoço, e nos livrarmos da fritura? E acrescentarmos um recheio de requeijão derretidinho? 

Ingredientes:
  • 4 batatas médias descascadas, cozidas com sal e amassadas.
  • 400g de carne moída magra
  • 100g de bacon picadinho
  • meia cebola média picadinha
  • um dente de alho picadinho
  • 3/4 de lata de ervilha 
  • 1/3 de xícara de azeitona picadinha
  • 4 colheres de molho de tomate
  • orégano
  • sal
  • azeite
  • requeijão
  • Muçarela ralada

1. Coloque o bacon na panela com um fiozinho de azeite (só para acelerar o aquecimento). Quando estiver douradinho, acrescente a cebola e o alho para dourar. Coloque a carne e acrescente o sal - eu usei também um pouco de curry e limão.
2. Quando a carne estiver quase pronta, acrescente as azeitonas, ervilhas, molho de tomate e orégano. Deixe no fogo até o molho secar. 
3. Carne cozida? Acrescente as batatas amassadas e misture.
4. Faça uma camada da mistura em um refratário untado com manteiga. Espalhe requeijão e cubra com outra camada da mistura e finalize com a muçarela ralada. Leve ao forno pré-aquecido até o queijo derreter.



Olha que exagero de requeijão no meio... O queijinho de cima já está durinho pois eu só tive tempo de tirar a foto quando voltei para casa à noite - então surgiu a dúvida: não dá para saber se é mais gostoso recém saído do forno ou se requentado mais tarde.. .huuummm

17 de outubro de 2013

Sabe aquela sensação "quero-comer-isso-mas-nunca-fiz"? Então, essa foi minha experiência com o rondelli recheado com espinafre. Quando contei para minha irmã, ela já fez cara: "isso não é novidade, já tem receita por aí". Não importava, eu queria comer rondelli com espinafre! Mesmo que não fosse uma receita minha, invenção minha ou algo super diferente. Foi assim então que surgiu esse meu modo de fazer essa massa originalmente italiana mas que, como tudo o que chega ao Brasil, logo logo já ganhou mil e uma versões criativas, simples ou tradicionais, mas sempre muito saborosas. Minha receitinha é básica, tranquila de fazer, não leva muito tempo (ok, pode não entrar no Jamie Oliver's 30 minutes, mas dá para fazer de almoço sem muitos problemas!).

Ingredientes (para um refratário de 2 litros, quantidade para duas pessoas):
  • 200g de ricota (eu usei uma que já vem temperada, então fica com o sabor mais forte)
  • 2 xíc. de folhas de espinafre
  • Meia cebola média picadinha, ralada ou triturada
  • 5 colheres de sopa de requeijão
  • 1 ½ xíc. de leite (eu usei leite sem lactose, para tentar amenizar o estrago na intolerância à lactose da minha irmã)
  • Massa fresca para lasanha/rondelli (eu usei 3 folhas, mas isso vai variar conforme o tamanho e a marca)
  • Orégano
  • Manjericão fresco
  • Sal
  • Noz-moscada
  • Pimenta do reino

1. Coloque no processador a ricota, o espinafre, metade da cebola, um pouquinho de orégano e bata até formar uma pasta (pode deixar pedaços maiores, sem problemas)
2. Misture duas colheres de requeijão à pasta.
3. Espalhe sobre uma folha de massa, formando uma camada de um pouquinho mais que meio centímetro - deixe uma borda de 2 cm sem recheio, onde será o lado que o rolinho será fechado.  Enrole como um rocambole e corte - eu fiz pedacinhos de mais ou menos dois dedos de altura.
4. Coloque os rolinhos no refratário com o recheio virado para cima (ou para baixo... rs... bem, deu para entender né). Reserve.
5. Misture o leite, o estante do requeijão e da cebola,  o manjericão picadinho, orégano, noz-moscada e sal, se precisar. Cubra os rolinhos e leve ao forno ate a massa estar cozida.


Servido com arroz com açafrão e salsinha... huummm!!!

4 de outubro de 2013

Uma coisa que eu AMO na cozinha e que serve para mim tanto para os pratos doces quanto para os salgados é a manteiga. Lembro que desde quando eu era criança meu pai adorava passar manteiga no pão para comer com café puro, na época eu achava um tanto sem graça - era muito mais adepta da maionese, presunto e queijo no meio do meu pãozinho. Lembro também do cheiro da manteiga derretendo na chapa quente, quando meu pai fazia os bifes, lanches e até os ovos. Lembro também da minha mãe falando que meu vô materno (que eu nunca conheci, pois ele faleceu quando meus pais ainda namoravam) AMAVA aquela manteiga que vinha na latinha, e que não importa o quanto ele tinha que economizar, ele sempre comprava uma latinha só para ele comer com os pães que minha vó fazia. 

Essa loucura toda por essa graxinha de origem animal (estou falando de graxa mesmo, não graça) se estende a tentar fazê-la, sempre que possível, a atriz principal e não a coadjuvante dos meus pratos. É assim que transformei uma receita de French toast e fiz o meu próprio molho, e é assim que esse macarrão surgiu - isso aliado a aquela ideia fixa de que o tagliarini não combina apenas com molhos de sabor acentuado. A suavidade aqui chegou na medida certa, e vale a pena conferir!

Ingredientes (para uma pessoa):
  • 100g de tagliarini
  • 150g camarão
  • 4 a 5 colheres de manteiga (não margarina... manteiga, ok?)
  • 2 colheres de cebola picadinha ou ralada
  • casca ralada de um limão siciliano
  • 1 colher (chá) orégano
  • 1 colher (chá) ervas finas (a mistura que eu tenho não leva orégano, por isso acrescentei)
  • sal
  • azeite

1. Coloque o macarrão para cozinhar com sal e azeite.
2. Em uma frigideira aquecida, coloque um fio de azeite e a manteiga - a azeite irá impedir que a manteiga queime e desapareça da frigideira.
3. Tudo derretido? Acrescente o sal, a cebola e as ervas e deixe dar uma dourada. 
4. Acrescente então o camarão e deixe por alguns minutos, mas tome cuidado para não cozinhar demais ou passará do ponto e ficará duro.
5. Acrescente as raspas de limão e o macarrão, misture bem e deixe um minutinho para o molho pegar bem no macarrão. Prontinho! Agora é só servir ainda quentinho!

Ops... no meu, exagerei no molho rsrs é só colocar um pouco menos na hora de servir ^^

1 de outubro de 2013

Essa receita caiu nas minhas mãos há poucas semanas, uma salvação vinda dos professores de francês lá de onde trabalho. Eis que ao dar aula para um certo livro avançado pela primeira vez, o que me fez ficar com a pulga atrás da orelha não foi a gramática, o vocabulário ou a pronúncia. Foi a bendita aula de culinária! Petit gâteau... Meu Deus, será que ia dar tempo de fazer aquelas receitas complicadas, comer, limpar a cozinha em apenas 1h?

Quando me deparei com essa receita, perguntei: é só isso de ingredientes mesmo? Tipo, não vai leite líquido, farinha, fermento, óleo, manteiga... nada daquilo que os bolinhos normalmente levam? Nem o creme de leite e o chocolate derretido do gâteau au chocolat que a minha professeur de francês faz? Socorro!

Cheguei em casa com os ingredientes para testar a receita primeiro, ao invés de usar os meus students como cobaias. E não é que dá super certo mesmo? Fora que minha irmã adorou - além de ser de chocolate, não vai farinha, ou seja, nada de glúten para atacar a alergia dela...

Com a prática (pode acreditar, em menos de um mês já fiz essa receita vááárias vezes), acabou virando uma receita muito rápida, dá para fazer enquanto prepara o almoço e já servir como sobremesa!

Ingredientes:
  • 4 ovos
  • 1 xíc. chocolate em pó (sabe aquele Dois Frades... então, sem fazer merchan pq este blog não é patrocinado, mas para a receita dar certo, tem que ser aquele, que não tem açúcar nem glúten)
  • 1 xíc. leite em pó
  • 1/2 xíc. açúcar
1. Bata os ovos (clara e gema juntas) na batedeira por uns 5 min, fazendo um creme espumoso.
2. Acrescente o açúcar e bata mais um pouco, até dissolver o açúcar no creme e mudar a textura (fica um creme lindo! perde a espuma!)
3. Acrescente o chocolate e o leite, bata até misturar tudo.
4. Distribua em forminhas de papel dispostas naquelas formas para cupcakes. Dá mais ou menos 12 menores ou você pode encher mais as forminhas e fazer menos - mas maiores! rs 
5. Leve ao forno (pré-aquecido) a 200g por exatamente 6 min - se passar, ficará um bolinho batumado e sem o creme do meio. Depois é só servir com sorvete de creme ^^ (não esqueça de tirar a forminha de papel com todo o cuidado!)



30 de setembro de 2013

Sabe quando vc tem aquela ideia de jogar as coisas na panela e ver o que vai dar? Então, normalmente essas coisas não tem um resultado muito bom caso você não tenha muita prática ou noção na cozinha, mas esses improvisos são até comuns comigo. Foi assim que surgiu essa receita, já há alguns anos, de frango com espinafre. Que os dois combinariam, sem problemas, mas - e a mostarda? Frango com mostarda, ok... mas mostarda com espinafre? E não é que fica uma delícia? Já usei até para fazer rolinhos de frango e para rechear a coxa desossada, junto com muçarela... 

Nutritivo, fácil e rápido, além de precisar de poucos ingredientes... Ótimo para qualquer dia!

Ingredientes:

  • 500g de peito de frango cortado em cubos
  • 5 galhinhos de espinafre (parece muuuita folha, mas lembre-se que murcha)
  • 1 cebola pequena picadinha
  • \6 colheres de sopa de mostarda (de Djon, ou então daquelas amarelas, tipo da Heinzs... ou seja, mostarda mostarda mesmo, boa, e não molho preparado a base de mostarda que de mostarda só tem o aroma, a cor e o nome...)
  • azeite
  • pimenta do reino

1. Tire as folhas do espinafre, será a parte a ser utilizada (o caule é super duro). Deixe lavadinho e reserve.
2. Refogue a cebola no azeite, acrescente o frango, tempere com sal e coloque uma parte da mostarda (umas 3 colheres). Deixe refogar até cozinhar todo o frango. Não precisa acrescentar água.
3. Acrescente as folhas, o restante da mostarda, a pimenta do reino (uma pitadinha) e deixe até que as folhas murchem um pouco e fiquem mais escuras. Daí é só servir!


27 de setembro de 2013

Já há algum tempo eu tinha visto nos sites de sementes para hortas aqueles tomatinhos cereja amarelos, conhecidos como cereja dourados ou golden cherry. Só de ver aquelas pequenas bolinhas amarelas já me dava água na boca! Imagina a minha felicidade então ao encontrá-los no mercado, com centavos de diferença do preço do cereja comum, e ainda com a promessa de serem mais docinhos? Agora eles já fazem parte da minha geladeira e estão mais do que aprovados, além de serem mesmo mais adocicados - ou menor dizendo, menos ácidos - a cor dá uma alegria no prato de deixar qualquer cozinheiro (ou quem come) entusiasmado e salivando! E se colocar ainda mais cor ao prato... humm... e disso saiu a saladinha de hoje.

Ingredientes:
  • 10 tomatinhos cereja dourado cortados ao meio
  • 1/2 xíc. de salsão/aipo picadinho
  • 1/2 xíc. de pimentão vermelho picadinho
  • 1/2 xíc. palmito cortado em rodelas
  • 1/3 xic. creme de leite
  • azeite
  • sal
  • temperinho lemon & pepper (basicamente pimenta-do-reino e raspas de limão torrados)
  • orégano

1. Grau de dificuldade zero: basta misturar tudo! Coloquei primeiro os tomates, o salsão, o pimentão e o palmito, reguei com o azeite, acertei o sal, cobri com o creme de leite, o lemon & pepper e o orégano, e depois misturei tudo muito bem e já levei para a mesa. Super rápido, prático e cheio de nutrientes!


Lidinhos os tomatinhos! Por dentro são um tanto estranhos, pois são brancos, mas o gosto e a parte externa valem a pena! Ah, essa saladinha caiu super bem com frango empanado!

20 de setembro de 2013

Uma coisa que eu aprendi a comer - e depois a amar - quando me mudei da casa dos meus pais foi a comida oriental. Lembro que antes só a ideia de pimentão quente (eu só o comia em saladas) já me fazia ficar com cara de nojinho (apesar de eu continuar não gostando de pimentão mole... tem que ser crocante!). Quando comecei a me virar com a minha própria comida um mundo de opções, sabores e texturas diferentes surgiu para mim. 

Minha loucura por culinária, cultura, idioma e tantas outras coisas ligadas ao oriente - e falo aqui principalmente do Nihon/Japão - é tanta que minha família já diz que eu nasci do lado errado do mundo, pois nem a minha descendência italiana é tão forte em mim quanto a cultura japonesa... E no meio disso tudo está a minha mania de misturar ingredientes com um toque oriental, usando óleo de gergelim, gergelim em sementes, legumes, shoyo, hondashi, furikake... A receita de hoje está nesse meio. Não é lá muito novidade, mas é um modo delicioso de testar os seus sentidos!

Ingredientes:
  • 1/2 kg de peito de frango em cubos
  • 1/2 cebola grande cortada em pétalas
  • 1 xíc. de pimentão em cubos grandes (misturei o verde e o vermelho)
  • 5 ervilhas tortas cortadas em pedaços de mais ou menos 2cm
  • 1/4 xíc. de cogumelos champignon
  • 1 pedaço de mais ou menos 4 dedos de alho poró fatiadinho em rodelinhas
  • 1 dente de alho bem picadinho
  • sal
  • uma pitadinha de curry
  • azeite
  • 1 xíc. de molho agridoce (aquele vermelhinho)
1. Doure a cebola e o alho no azeite. Acrescente o frango, tempere com sal, uma pitadinha de curry, e deixe refogar.
2. Acrescente o alho poró e depois que toda a água estiver evaporado, deixe o frango dourar.
3. Adicione o pimentão, o champignon e a ervilha torta. Deixe por pouco tempo, deve ficar cozido mas não amolecido, para não perder a crocância.
4. Desligue e regue com o molho agridoce. Misture bem (de preferência, raspe bem o fundo da panela para dissolver aquela crostinha marrom no molho). Agora é só servir! Basta um arroz branco e já tem uma refeição!


Oportunidade para estrear a minha chawan que comprei no final de semana no festival Nipo brasileiro...

11 de setembro de 2013

Definir um wrap não é exatamente uma tarefa simples. É simples se delimitada aos olhos - um pão fino enrolado com recheios variados. Mas se buscada a origem, o tipo de comida, o recheio original, então vira uma bagunça danada. E para ajudar, a criatividade brasileira aliada às tendências atuais por coisas mais naturais colaboraram para deixar ainda mais confusa a coisa toda. Originalmente um prato americano, o wrap chegou no Brasil e já passando por modificações, trazido pelo fundador da rede de restaurantes Wraps e, depois de muita pesquisa, adaptado ao paladar brasileiro e em versões não tão calóricas. Mas mesmo nos Estados Unidos a origem é um tanto incerta: recebe influência dos tacos mexicanos, do shawarma árabe, do gyros grego... Dizem ter nascido na Califórnia, mas que já há muitos anos era consumido em outros lugares. E o recheio? Guacamole com carne, carne de porco, queijo, alface, tomate... tudo isso pode ser encontrado, junto com diversos tipos de molhos... 

Vamos então para mais uma versão: rúcula com gorgonzola e geleia! O leve amargo da rúcula, o ácido do gorgonzola e o doce da geleia formam uma combinação contrastante que espalha os sentidos na boca, sem deixar de ser leve!

Ingredientes:
  • 1 pão de tortilha, ou pão pita (ou seja, um pão fininho, fácil de ser enrolado)
  • 2 fatias de presunto
  • fatias/pedacinhos de queijo gorgonzola
  • uma colher (chá) de geleia de frutas silvestres (também pode ser frutas vermelhas, amora ou framboesa!)
  • um punhadinho de rúcula

1. Doure o pão dos dois lados em uma frigideira. Espalhe a geleia em um dos lados (uma camada fina, não exagere!), coloque o presunto e forme uma carreira no meio com a queijo e a rúcula. Agora é só enrolar e pronto!

Eu usei a massinha integral da Rap10, que é bem fininha e fica ótima, tanto para wraps quanto para tacos. Com o pão sírio fica um pouco mais complicado, pois ele é mais grossinho e não é tão maleável. Com o pão pita (indiano) dá também, apesar dele ser mais grosso, ele é mais maleável do que o sírio, então fica mais fácil de enrolar - mas o gostinho do pão aparece mais do que o do recheio.

Esses foram feitos com a massa integral, por isso estão mais escurinhas! Olha que crocante!

6 de setembro de 2013

Sabe aquele dia em que você tem que fazer mil e uma coisas ao mesmo tempo? Então, os meus dias costumam ser sempre assim, alguns mais intensamente e outros nem tanto. Hoje foi  uma verdadeira loucura... ir para a academia de manhã bem cedo, depois limpar a casa e fazer o almoço... Nessas situações, adoro aderir à tática "põe-no-forno-e-deixa-assar-sozinho". Assim saiu o prato de hoje. Não chega ser super rápido, pois depende do tempo de cozimento, mas é aquela estilo três passos: pressão, processador, forno. Praticidade em favor da agenda lotada, mas sem nunca desagradar a gula!

Ingredientes:
  • 1 kg de mandioca (da amarela, ok?)
  • 1 caixinha de creme de leite (é possível fazer com aquele creme de soja que imita o creme de leite)
  • 5 colheres de margarina
  • orégano
  • nóz moscada
  • requeijão culinário (suficiente para espalhar por cima)

1. Cozinhe a mandioca na pressão até amolecer (deixei 15 minutos, não ficou derretendo, mas ficou em um bom ponto). Não usei sal no cozimento, preferi colocar depois, mas se preferir, pode cozinhar já com o sal.
2. Passe a mandioca pelo processador (também dá para amassar, mas dá mais trabalho). Não deve ficar um creme, mas uma pasta amassada, com alguns pedacinhos inteiros. 
3. Em uma vasilha, misture a mandioca com o creme de leite, a margarina, o orégano, nóz moscada. Pode ficar alguns pedaços com mais creme de leite, outros com menos, sem problemas.
4. Unte um refratário com margarina, espalhe o creme e, por cima, o requeijão. Leve ao forno até estar gratinado. Caso prefira fazer uma versão sem glúten, use o creme de soja e não coloque a camada de requeijão (fica cremoso do mesmo jeito).

4 de setembro de 2013

Já há alguns dias eu andava com essa vontade de comer peixe. A lombriga só ficou mais assanhada depois de assistir um vídeo do Jamie Oliver fazendo fish & chips (clássico da culinária inglesa, peixe com fritas). Comprei os filés congelados mesmo, e hoje resolvi fazer sem ter medo de cara feia (minha irmã não come peixe rsrs). E não é que o negócio ficou tão bom que até quem não come peixe comeu de se lambuzar? Não é exatamente um prato de baixa calorias, mas o sabor suave cai muito bem!

Ingredientes:
  • 3 filés de tilápia cortados em tiras de mais ou menos 4cm
  • farinha de arroz para empanar (eu uso uma que já é temperada com sal, alho e cebola em pó)
  • 3/4 caixinha de creme de leite
  • 3 colheres de requeijão culinário
  • 1/2 cebola pequena picadinha
  • 50g de provolone defumado picadinho em pedaços de mais ou menos 0,5 cm
  • 1/4 de xícara de pimentão picado do mesmo tamanho do provolone
  • 1/4 xícara de champignon fatiado
  • 1 colher de salsinha picadinha
  • orégano
  • azeite
  • nós moscada

1. Passe as tiras de tilápia na farinha de arroz (sim sim, de arroz... fica super sequinho, não contém glúten, e tem marca que já vem até temperada, prontinha para passar o peixe e fritar ^^) e frite submersa (ou seja, óleo até cobrir). Reserve.
2. Doure a cebola no azeite, acrescente o creme de leite.
3. Adicione o requeijão e deixe dissolver. Se quiser o dip um pouco mais ralinho, coloque um pouco de água (eu preferi colocar um pouquinho, uma ou duas colheres, que depois acabam sumindo conforme o dip ferve).
4. Junte o champignon, orégano, nós moscada e deixe ferver por mais um minutinho.
5. Desligue e junte os ingredientes restantes: o provolone, o pimentão e a salsinha. Deixe dar uma esfriada antes de servir.

No almoço ou como petisco, essa tilápia é ótima a qualquer hora...

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